domingo, 30 de outubro de 2016

Uma boa semana a todos os que por aqui passam...

Parabéns ao Rei pelo 56.º aniversário!



«FC Porto foi comido de cebolada»



Ontem, no Bonfim, o FC Porto foi 'comido de cebolada', literalmente!

Não me refiro apenas ao lance da grande penalidade por assinalar, até poderia não ser golo, apesar da probabilidade ser maior em marcar do que falhar, ninguém pode garantir o que aconteceria.

O mais gritante foi a dualidade de critérios, mau demais para ser verdade. Detesto falar de arbitragens, porque os 'ditos clubes grandes' são quase sempre mais beneficiados em relação aos 'ditos clubes pequenos' com erros de arbitragem, mas o que se passou ontem não lembra ao diabo. Um árbitro que é fraco demais e ainda por cima é internacional!... 

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Tudo a postos para os jogos do Benfica na Luz e do Sporting na Choupana

«Cerca de oito por cento dos sócios votaram em Luís Filipe Vieira»



Eleito com 95,52 % dos 323,070 votos, ou seja, um universo 13,257 sócios foram votar em Luís Filipe Vieira. Eu, não votei, que fique para memória futura.
 
Ontem, foi uma noite em que o que se mais ouviu foi a afluência dos sócios às urnas. Sinceramente, pelo que me disseram, votaram cerca de 8 % dos sócios. Não fiz as contas, mas não deve andar muito longe disso. Se assim foi, a abstenção foi de cerca de 92 %.
Claro que isto não tira mérito à lista vencedora, quem não foi votar é porque acha que está tudo bem.
 
Luís Filipe Vieira já fez muito pelo Benfica, eu é que não me revejo neste aumento desenfreado de passivo e, mais desconfiado fico, quando leio notícias que as empresas 'do nosso' presidente devem couro e cabelo ao Estado e a bancos.
Mas, pronto, isto sou eu que provavelmente estarei a ver tudo ao contrário. Enfim...siga para bingo, ou melhor, continuem aumentando o passivo!

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Um dos bons presidentes do futebol português



Já que hoje este blogue esteve numa 'onda' de falar de presidentes, nada melhor do que deixar uma pequena homenagem a um dos melhores presidentes que passaram pelo futebol português e pelo Sporting em particular - António Dias da Cunha!, o último presidente a ganhar um campeonato pelo Sporting e também o último a conseguir a 'dobradinha'!


Foi este que salvou o Benfica (reportagem/vídeo)



Em vésperas de eleições, nada melhor do que recordar quem verdadeiramente 'salvou' o Benfica, correndo com Vale e Azevedo.

Poderão chamar-lhe de 'bêbedo e tudo mais,' mas ele sempre se borrifou para aqueles que o punham em baixo.

Vale a pena recordar Manuel Vilarinho em vésperas de Luís Filipe Vieira ser eleito para mais um mandato.


A montanha pariu um rato




Bem me parecia que 'isto não dava em nada'!, ainda vão tentar através do 'gajo' dos croquetes que isto mude, mas duvido.
 
Afinal, os valores dos almoços não eram assim nada por aí além, comparado com o valor do caviar, champagne, lagosta e muitos outros mariscos que eram oferecidos como lanche e ceia há uns anos a esta parte, no balneário dos 'queixosos'.
 
 
Há uns anos o Sporting era tido como o clube que melhor recebia os árbitros e, mesmo assim, ganhavam poucos títulos. Por isso, está visto, não é por aí que uns são mais ou menos beneficiados.
 
Enfim...todos ofereciam e tinham a arte de bem receber, e isto vai continuar acontecendo...
 
Não vale é voltar ao tempo da fruta e do café..., e aqui não há inocentes.

O Benfica também tem telhados de vidro, pelo menos sei de uma 'estória' a seguir a um celebre jogo do Benfica (com o Marselha, golo de Vata, com a mão), que se passou num conhecido bar nocturno (Elefante Branco, passe a publicidade) com o árbitro do encontro.
 
Inocentes? Nenhum dos três grandes é!!!!
 
 

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Recordando um FC Porto - Guimarães de 1986-1987

Inácio poderá substituir Jorge Jesus



No passado domingo, a fazer zapping 'estacionei' por uns minutos no programa play off da sic notícias.

Falava Augusto Inácio e estranhei que o comentador leonino não defendesse com unhas e dentes, como antes fazia, a equipa do Sporting e Jorge Jesus no momento mais complicado desde que este chegou ao Sporting.

Sabendo-se que, desde que Bruno de Carvalho é presidente, nunca se tinha visto tanta crítica vinda das bancadas como no último jogo com o Tondela, contra jogadores e treinador, mais desconfiado fiquei.

E, a que conclusão é que eu cheguei, perguntam-me vocês?!...

A mesma para quem já viu de quase tudo no futebol, se a 'coisa' continuar a 'descambar', Bruno Carvalho fará de tudo para Jorge Jesus rescindir (até poderá ser JJ a solicitar) sem ter de pagar a choruda indeminização. Um verdadeiro acordo de cavaleiros.

Inácio será chamado a 'pegar na equipa', não tenho dúvidas nenhumas!...
Para isto não acontecer, é necessário que os resultados apareçam o mais rápido possível.

Concentrada...

Afinal, não era assim tão complicado…



1 - Faz amanhã um mês, escrevi aqui um artigo significativamente intitulado Treinador da bancada. Nele, louvando-me da única valia de cinquenta anos a ver consistentemente futebol e a seguir ao milímetro tudo o que toca ao meu querido FC Porto, permitia-me a ousadia de dar a Nuno Espírito Santo, não propriamente conselhos, mas apenas a minha opinião, em aspectos colectivos e individuais da equipa que a mim me pareciam poder melhorar de imediato o seu desempenho. Mas, tal como escrevi, «não com a esperança de ser escutado, mas apenas para memória futura». Ora, decorrido um mês e certamente por coincidência, constato que, passo a passo, quase tudo o que preconizei acabou por ser levado à práctica por Nuno Espírito Santo. Coincidência ou não, fico muito feliz por isso - não por ver as minhas ideias terem vencimento, mas por ver como elas melhoraram substancialmente o desempenho da equipa. Não vou cobrar direitos de autor nem honorários de aconselhamento técnico por isso. Fico feliz por Nuno Espírito Santo ter emendado a mão que estava errada e é óbvio que mudou, não por mim, mas por ele. E a contento de todos os portistas, estou certo.

A primeira coisa que então escrevi é que NES não iria a lado algum com a sua teimosia no 4x4x2, em lugar do histórico 4x3x3 em que o FC Porto joga há anos sem fim (embora reconhecendo que ele próprio prejudicara tal esquema ao prescindir na pré-época de jogadores essenciais para o 4x3x3). Pois bem, foi a mudança táctica operada após uma hora de jogo em Bruges, em que o 4x4x2 inicial se revelou, uma vez mais, um absoluto deserto de ideias e capacidade rompedora - face a uma equipa menor e para mais desfalcada de sete titulares - que permitiu a meia hora final em que tudo mudou e se conseguiu dar a volta a uma derrota que teria sido mortal e humilhante. 

A entrada em cena de Corona e Brahimi, dois extremos de origem, abriu imediatamente o jogo do FC Porto e rasgou avenidas onde antes só se viam becos sem saída. E sábado passado, frente ao Arouca (talvez o jogo mais conseguido do FC Porto esta época), a opção de início pelo 4x3x3, com Corona a habitar um dos flancos, permitiu enfim ver um jogo de ataque constante, escorreito e pleno de oportunidades.

Depois, nos aspectos individuais, escrevi que, fosse em prejuízo de Maxi ou mesmo de Alex Telles, jamais se poderia prescindir de Miguel Layún - apenas o melhor jogador da equipa. Felizmente, NES resistiu à tentação que já antes tinha tido, deixou Layún no onze... e os resultados estão à vista. Escrevi que Marcano era intocável no centro da defesa e ele aí está a confirmá-lo, jogo após jogo. Reforcei o que já antes tinha dito, que Otávio é o maior desequilibrador da equipa e que só razões incompreensíveis fizeram com que Peseiro o tenha deixado toda a época passada a servir o Guimarães, em lugar de estar no Dragão. 

Escrevi que o André André andava a jogar a passo e que lhe faria bem umas semanas de férias, e ele, de facto, saiu da equipa, com vantagens evidentes. Escrevi que Corona é um excelente jogador (aquela bola no poste contra o Arouca, teria dado um golo de correr mundo!) e que era um desperdício inexplicável mantê-lo de fora apenas para insistir no 4x4x2: viu-se, contra o Arouca e em Bruges, que tinha razão. Dei conta da minha fé de que nem Depoitre nem Adrián López traziam o que quer que fosse à equipa, e eles, felizmente, desapareceram, com evidentes benefícios. Enfim, escrevi que NES devia acautelar-se com a impetuosidade e consequente perigosidade do jogo de Felipe, explicar a Danilo que não podia jogar só para trás e para os lados, e desconfiar de Herrera. Felipe continua a cometer os mesmos erros de entrada aos lances, ocasionando livres perigosos e inúteis; Danilo passou ultimamente a olhar para a frente e todo o centro do meio-campo alargou horizontes; e Herrera lá continua no seu registo habitual: um jogo bom, cinco jogos de mediocridade total (em Bruges chegou a ser irritante).

Não sei se tudo isto é para durar ou não. Sei que os treinadores são muito teimosos e que, mesmo contra factos e evidências, gostam de insistir uma e outra vez em soluções erradas na esperança de conseguirem provar que têm razão contra o mundo. Espero bem que não: embora o horizonte esteja agora um pouco mais desanuviado, seria trágico voltar atrás. Já pagámos o preço suficiente pelas ideias erradas ou erráticas de Nuno Espírito Santo. 

2 - A fome de futebol a sério era tanta, que eu não perdi os jogos dos outros dois, Benfica e Sporting, quer na Champions, quer na Liga. Vi um Sporting estranho, abúlico, sem condição física, sem ideias nem rasgo, em que a ausência única de Adrien não consegue tudo justificar. Para uma equipa cujos dirigentes e adeptos nos juravam jogar o melhor futebol de Portugal, aquilo está mal, está mesmo mal - e espero que assim continue. No final do miserável jogo contra o Tondela, lá estava (sinal de desespero) o trio infernal - Bruno de Carvalho, Jesus, Octávio - a assediar o árbitro, tentando passar-lhe as culpas do fiasco, como habitualmente. Mas de que se queixariam eles - de uma arbitragem sempre ao sabor das exigências da bancada, dos cartões vermelhos perdoados a William e Bruno César (os suspeitos do costume), ou dos 6 minutos de descontos que permitiram o empate?

Já o Benfica de Rui Vitória é um caso sério. Dezasseis vitórias consecutivas fora de casa para a Liga é um caso sério. Mais sério ainda, porque nenhuma delas é acompanhada por grandes exibições, mas apenas por uma terrível eficácia atacante, um notável aproveitamento das bolas paradas e um killer instinct do momento certo para matar os jogos, seja no início, no meio ou no fim.

Preocupa-me sobretudo a sensação de que voltámos ao tempo em que as camisolas do Benfica jogavam por si mesmas, bastando-lhes entrar em campo para logo aterrorizar os adversários. Nem todos, claro: a última derrota do Benfica para o campeonato foi contra o FC Porto, na Luz. Aliás, no ano passado, perdeu na Luz e no Dragão, mas isso de nada nos serviu. Confio que, dentro em breve, iremos interromper a longa série invicta do Benfica. Mas tal não basta: olhando para a forma como eles ultrapassam todos os outros adversários, com facilidade ou com eficácia, só nos resta uma solução para sermos campeões, que é fazer igual. E se pensarmos, enfim, que o Benfica vai três pontos à nossa frente tendo tido de enfrentar uma longa série de ausências de titulares, só podemos concluir também que estamos perante um adversário muito bem orientado pelo seu treinador. Rui Vitória é um adversário muito perigoso: é concentrado, é humilde, não fala futebolês e não complica o jogo com tiques de personalidade. 

3 - No seu regresso a Stamford Bridge com o United, Mourinho levou quatro secos (ou quatro socos) da sua antiga equipa. No final, atribuiu as culpas aos «erros individuais» dos jogadores – os quais escolheu e comprou gastando dinheiro como ninguém mais no planeta futebol. Guardiola também foi humilhado em Camp Nou pela sua antiga equipa e no regresso empatou em casa com o Southampton. Mas, quando lhe perguntaram se a explicação eram erros individuais, ele respondeu: «Não, seria fácil para um treinador justificar-se com isso. O problema está na equipa e eu é que vou ter de descobrir qual é.» Mas há outra diferença: Guardiola está na Champions, onde vai seguramente garantir a passagem aos oitavos, e o seu City ocupa ainda o primeiro lugar da Liga; mas o United de Mourinho está na Liga Europa e no sétimo lugar da Liga inglesa. Este fim-de-semana, defrontam-se ambos em Old Trafford.
Miguel Sousa Tavares no Jornal « A Bola»
Sublinhados da minha responsabilidade.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Don Carlo Ancelotti ainda prefere a palavra contra ataque...



Há muito tempo que não ouvia a palavra contra-ataque. Carlo Ancelotti, na última conferência de imprensa, a falar inglês, foi 'buscá-la', ao contrário dos especialistas da 'palavra' que a irradiaram do nosso futebol.

É por estas e por outras (por ex: prefiro 3 passes a 30 para chegar à 'baliza adversária'), além de muitas outras qualidades que tem, que para mim, é o melhor! 

Respeito as outras opiniões, a minha é esta, sem complicar o futebol!


Foi isto que realmente enfureceu Mourinho?!...


Fonte: Facebook do André Pipa

Saudades destes tempos com estádios cheios na verdadeira festa do futebol

Os títulos do “tri” do Benfica estão sob investigação



Os benfiquistas acordaram em sobressalto esta manhã ao lerem a notícia do JN.

Segundo este matutino, o tri campeonato poderá estar sob investigação da PJ.

Há que aguardar pelo que isto vai dar, na minha opinião, não dá em nada, todos ofereceram e oferecem prendas a esta gente. Depende é do valor permitido!...

Se eu acho correcto? Não!, não acho!!!

Triste Sporting



Cantando e rindo o verde volta a amarelar. Triste Sporting este que na época passada só a Supertaça ganhou, vivia-se então a euforia do primeiro ano de Jorge Jesus e era tempo de tolerância, e manteve-se no activo o velho dito dos sportinguistas " para o ano é que é", dito que, por este andar, se vai repetir esta época. Que fado!
Os desastres sucedem-se, em alguns casos com picos de humilhação como foi o caso, mais uma vez, em Alvalade, frente ao Tondela. Um empate arrancado a ferros ao sexto minuto do prolongamento, a fechar um jogo sem classe e mais grave; como raio se marcam golos sem remates à baliza? Aos 75 minutos a equipa leonina tinha feito um remate digno desse nome, ao poste. Quem não viu não acredita.
O presidente vive preocupado com o rival encarnado. O treinador, no intervalo das derrotas, gaba-se. E gabou-se ao ponto de afirmar que o Benfica continuava a jogar com as suas ideias e, apesar de ano e meio sem serem actualizadas, o clube da luz continua a ganhar. Seriam ideias gravadas a fogo. Mas, esse mérito tem um nome e não é Jesus, é Vitória. Certo, certo é que as ideias de Jorge Jesus não têm desabrochado em coisa que se veja em Alvalade. Se a gabarolice ganhasse jogos, o Sporting era campeão do mundo.
No final do jogo com o Tondela, os adeptos deixaram claros sinais do seu acumulado descontentamento. Jorge Jesus ouviu os primeiros assobios e ficou bem registado que o estado de graça já se foi. Os melhores adeptos do mundo têm limites e tantos insucessos desesperam até os santos.
Alberto do Rosário no Jornal Record

domingo, 23 de outubro de 2016

Benfica vence com o mesmo onze da champions



O Benfica venceu hoje no Restelo sem muita dificuldade, num jogo com uma intensidade q.b. para somar os três pontos. Uma equipa personalizada, com boas trocas de bola e a demonstrar que depois de uma jornada europeia pode-se apresentar o mesmo onze sem passar por dificuldades.


Quando assim é, pouco mais há a dizer a não ser que Rui Vitória também continua bater recordes.

Ah!, já me esquecia, e o Benfica jogou em Kiev na quarta-feira com temperaturas nada habituais para os seus jogadores.

Como não sou de mandar indirectas, sim, este meu post também é direcionando para a teimosia de Jorge Jesus que só faz mal ao Sporting e aos sportinguistas.

Eu todos os dias aprendo alguma coisa na vida, JJ ainda vai a tempo de 'arrepiar caminho', não é vergonha nenhuma.

Levou 4 na peida e não gostou...

...ninguém deve gostar, mas Mourinho esquece-se do seu passado.




Quantas vezes comemorou goleadas e, não só, perante treinadores adversários que não entravam nos seus mind games?!...
Bom, melhor é ver o vídeo no site record.

Enfim...o mau perder do costume. Atenção, isso não invalida que eu ache que Mourinho é um bom treinador. Cada coisa no seu lugar.

Aguardando pelo Chelsea vs Manchester United

Recordando uma final de um mundial...


Parabéns Pelé pelo 76º. aniversário!

Um FC Porto com muita matéria prima



Gostei de ver a atitude dos jogadores do FC Porto na última semana, tanto na champions como ontem no campeonato.

O que já não achei graça nenhuma (a ideia até poderia ser boa) foi a forma como o técnico dos dragões quis fazer passar a mensagem aos jornalistas na conferência de imprensa (vídeo em baixo). Apesar de não ter jeito para o desenho, há assuntos que ninguém precisa de saber, é para ficar dentro do balneário.

Entre outras 'pérolas', o técnico azul e branco já informou os seus adversários que quer é jogar nos 65 metros mais próximos da baliza adversária.

Os adversários mais pequenos, já vão pensar duas vezes se vem ao encontro da bola na primeira fase de construção do FCP, fazendo pressão na saída de bola ou se vão aguardar no seu meio campo. Aqueles que pensavam que o FC Porto poderia 'mandar o isco' ao adversário para o 'lixar' em contra golpe, esqueça - vai acontecer poucas vezes.

Enfim...sempre pensei que uma equipa deveria ser trabalhada para se sentir bem em qualquer parte do terreno de jogo, tendo diversas estratégias para ludibriar o adversário e chegar o mais rápido possível à baliza adversária. Não é preciso ir muito longe, é rever o FC Porto de Jesualdo e, em especial, o FC Porto de Vítor Pereira.

Diz o Nuno que o sistema não interessa. Bom, Vítor Pereira afirmava que era a partir de sistema base que se criava a identidade de uma equipa através das dinâmicas que os jogadores proporcionavam.

Mas, adiante, este FCP tem muita matéria prima, jovens com imenso talento e um jogador que para mim, neste momento, juntamente com Gelson Martins são as revelações deste campeonato - André Silva. Ontem, mais uma vez, contribuiu e de que maneira para os três pontos conquistados.

sábado, 22 de outubro de 2016

Petit apaga Nelsón Évora

A rivalidade Sporting - Benfica está ao rubro nas redes sociais no dia em que Nelson Évora trocou o Benfica pelo Sporting.



Mau demais para ser verdade



Pior do que o resultado, só mesmo esta conferência de imprensa de Jorge Jesus. Estas desculpas dos maus resultados após jogos europeus é parra que já deu uva.

Nem quero imaginar se algum jornalista lhe fizesse a seguinte pergunta: - porque é que isso não aconteceu com o Benfica de Rui Vitória na época passada?!...

Continuo a afirmar que Jorge Jesus é um excelente treinador, dentro do campo e no balneário.

Com um microfone na frente, fode tudo!,...é o eu, eu, eu, quando ganha, o nós, nós, nós, quando não ganha. Mas isto, já era assim no Benfica, não é novidade nenhuma.

Será que não se aprende com os erros do passado?!...

Não vou mais longe, basta assistir a este vídeo em baixo, continua quase tudo na mesma.


No duche...

A nova companheira de Pinto da Costa



Este blogue não pretende ter posts tipo revistas cor de rosa, mas não poderia deixar passar esta novidade sobre o presidente do FC Porto.

Para quem duvidava, homem ainda está aí para as curvas e, na minha opinião, prefiro vê-lo com uma mulher madura do que com oportunistas de reputação muito duvidosa.

Segundo o CM, o novo amor de Jorge Nuno Pinto Costa chama-se Sílvia Costa e tem 43 anos.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Um treinador que marcou o futebol português

Se fosse vivo, José Maria Pedroto faria hoje 88 anos. Que continue a descansar em Paz!

 

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Com saudades do verão...

UMA GUERRA SEM TRÉGUAS



Há um ano, por esta altura, o Sporting jogava bastante bem e o Benfica bastante mal. Jorge Jesus já tinha aplicado a sua marca na nova equipa, Rui Vitória ainda convivia com o fantasma do poderoso antecessor. Este ano dentro do campo o panorama é outro: internamente o Benfica mostra solidez e, em contraste, o Sporting uma inesperada fragilidade em momentos cruciais. Além do mais, não é um detalhe, há o FC Porto que, nesta altura, há um ano, também estava em campo mesmo com um clima de desconfiança sempre associado à figura de Julen Lopetegui. 
 
 
 Eu acredito que aos adeptos, já não vou ao ponto de dizer aos amantes do futebol, seja o jogo o que mais interessa. E o jogo é, por certo, tática e estratégia, paixão, talento e, sim, alguma provocação do adversário, um ou outro caso com a arbitragem que os adeptos discutem com redobrada energia do Facebook ao Twitter, da mesa do almoço à secretária do escritório. Esse é o futebol, o nosso futebol, português e latino. Não muito diferente por isso em Portugal, Espanha ou Itália. 



Mas no caso português, havendo uma rivalidade de sempre entre Benfica e Sporting, surgiu e instalou-se um clima de conflito permanente no qual não há inocentes, pelo contrário, há responsáveis que semana após semana, mesmo quando surgem com pele de cordeiro, são autênticos lobos. É um clima que descredibiliza a indústria do futebol num momento em que esta mantém um ritmo de expansão. 

Luís Filipe Vieira e Bruno de Carvalho são os responsáveis por este clima que está a tornar o ambiente irrespirável e que tem já tantos episódios que se transformou numa novela de péssima qualidade. Isso é tanto mais lamentável porque um e outro estão a fazer um bom trabalho. Mudaram radicalmente a paisagem que encontraram nos respetivos clubes à chegada – Vieira há mais tempo, Bruno apenas há quatro anos. 

Ora, o desgaste nesta guerra suja – por exemplo, esta semana, com a questão da investigação da Polícia Judiciária no Estádio da Luz – retira o foco do essencial e leva tudo, a começar pela questão no palco mediático, para o acessório. O tempo que se perde nestas arengas não serve para nada Pode dar likes no Facebook e palmas de circunstância. Apenas e só. 

Os dois presidentes estão neste momento, talvez por influência dos media, talvez por pressão dos mais próximos, demasiado centrados nas questões táticas e menos na estratégia. Mesmo que um exiba um ar de estadista e outro de pistoleiro. Vai dar tudo ao mesmo. Pode-se argumentar que nem Benfica nem Sporting têm deixado de seguir o seu rumo por causa do clima permanente de guerrilha. A minha visão é outra: sem este desgaste tudo seria melhor. Confronto, com certeza, por questões efetivamente fraturantes e confronto no campo. O resto é um insuportável ruído de que os programas de TV são o melhor, ou neste caso, o pior exemplo. 


A força da Champions

Os sorteios são o que são e o Sporting caiu num grupo forte na Liga dos Campeões. Isto é a evidência, o que está para lá dela é que, mesmo sem estar derrotado, o leão não mostrou ainda capacidade para competir a este nível. Até mostrou futebol – em Madrid mostrou inesperada superioridade; contra o Dortmund, quando a expectativa era alta, houve uma indesculpável imaturidade. Porquê indesculpável ? Porque mesmo sem Adrien, o pêndulo da equipa e hoje um jogador com experiência de grandes palcos, o Sporting levou muito tempo a acertar o passo num jogo que tinha de ganhar e podia ganhar. Mais: Jorge Jesus quis convencer-nos que o Dortmund é de outro mundo e não é. Desde logo em Alvalade não era pelas várias baixas. Na Alemanha compete agora ao Sporting ser mais atrevido e mais maduro. Investimento no plantel tem que ter retorno na maturidade. Quanto ao atrevimento, é sempre parte do jogo. Como a paciência. 


Regresso a casa 1. No próximo domingo, José Mourinho regressa a Stamford Bridge, a sua casa em Inglaterra durante mais de cinco anos. Há demasiadas questões que afetam o Manchester United, sobretudo, mas também o Chelsea, para termos um jogo virado para o passado. O que vai suceder é bastante importante para as duas equipas na Premier League deste ano. E é nisso que os dois treinadores estão a pensar. Sucede que, em Manchester, Mourinho ainda não conquistou o coração dos adeptos. Será que em Londres os fãs vão entoar o cântico com o seu nome? 

Regresso a casa 2. O Barcelona reserva sempre o seu melhor fato para as ocasiões especiais. E há coisa mais especial do que aquele dia em que o filho pródigo volta a casa? Há duas épocas, naquela meia-final da Champions, Guardiola foi recebido pelos ‘seus’, no Camp Nou,com uma exibição avassaladora da equipa culé, já na altura orientada por Luis Enrique. Acabou em 3-0, mas podiam ter sido mais. Ontem, no segundo regresso de Pep à Catalunha, as criaturas foram ainda mais longe e voltaram a deixar o criador muito mal na fotografia. Messi tinha marcado 2 no duelo frente ao Bayern. Ontem marcou 3 e ainda lhe sobrou tempo para vulgarizar jogadores por quem Guardiola pagou 40 e 50 milhões de euros. Até a imprensa de Madrid se rendeu. "Messi é o futebol", dizia o As. "Messi faz o que quer", escreveu a Marca. A Bola de Ouro está mesmo entregue?
Nuno Santos no Jornal Record

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Salvaram-se FC Porto e Benfica



Nesta terceira jornada da champions league, nem todas as equipas portugueses tiveram a sorte pelo seu lado (se é que em futebol ela existe).

FC Porto e Benfica venceram fora e continuam com tudo na mão para poder seguir em frente. Falta ainda metade dos jogos da fase de grupos e tudo pode acontecer depois de um início titubeante.

Sorte diferente teve o Sporting, que, para além de estar num grupo difícil, tudo tem corrido mal, desde perder em Madrid nos últimos minutos, quando esteve à beira de um feito histórico, até jogar contra um Dortmund desfalcado e não conseguir vencer em Alvalade...
Mas, aqui, a culpa própria não pode ser dissociada de um outro factor: - uma arbitragem com muitos erros do eslovaco Damir Skomina. Foi mau demais para ser verdade!

JJ diz que não foi pela arbitragem que o Sporting perdeu. Enfim...vá lá perceber-se o que ele queria dizer com isso.

sábado, 15 de outubro de 2016

A festa da Taça de Portugal



A festa da taça continua, até agora ainda não houve tomba gigantes, mas poderia muito bem já ter acontecido.
Em relação aos grandes, o Sporting venceu em Famalicão pela margem mínima (0-1), tal como o Benfica, ontem, no António Coimbra da Mota, ao surpreendente 1º de Dezembro (1-2).
Apesar de eu querer ver o Benfica seguir em frente, não gostei nada da exibição dos encarnados, muito menos dos 6 minutos de desconto dados por Hélder Malheiro. E foi mesmo no último minuto que o capitão Luisão deu a passagem ao Benfica. A equipa de Sintra merecia, pelo menos, o prolongamento, bela atitude desta equipa orientada por Hugo Martins.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Comentadores amordaçados...



Os comentadores que integram os painéis dos programas televisivos são maus e não são verdadeiramente independentes, apesar de estarem a representar os clubes de que são adeptos.
- Que forma mais violenta de começar. -  poderão pensar alguns, mas em bom rigor não encontro outra, mais honesta, para o fazer. Não sendo assumidamente um consumidor dos programas desportivos de debate, onde vastos, múltiplos e caudalosos personagens tomam assento, não deixo de cruzar um olhar sobre os vários programas, alegadamente de debate desportivo, que as televisões portuguesas emitem.
Para começar é lamentável ver advogados, políticos, humoristas, cantores, actores, figuras do ‘jet-set’ e outros figurões a falar de futebol, como se fossem grandes especialistas. Faz-me confusão esta banalização já que, noutras áreas, não vejo esta ligeireza. Explico melhor: em programas de economia os comentadores são economistas, advogados especializados em fiscalidade, empresários e, no limite, jornalistas da área. Em programas sobre saúde, vejo médicos, enfermeiros e os tais jornalistas especializados. Só nos programas sobre ‘futebol’ é que todo o ‘bicho papão’ é especialista.
Mas mesmo dando de barato esta ‘prostituição intelectual’ do jogo, dou por mim a pensar que de futebol pouco ou nada se fala porque andam todos muito ocupados a falar mal uns dos outros, entenda-se dos outros clubes, atacando-se mutuamente e transformando em peixeirada espaços que poderiam dignificar a modalidade.
Mas continuando a dar de barato todos estes argumentos opinativos, aquilo que verdadeiramente me deixa enfurecido é que nenhum desses comentadores, que passarei a apelidar de ‘paineleiros’, é imparcial e independente. Todos eles recebem ordens e dicas das direções dos ‘seus’ clubes e não quero ir mais longe e afirmar que os convites só serão feitos pelas televisões depois dos clubes aceitarem os nomes indicados.
Como se pode falar de futebol, ou de qualquer outra coisa, se não existir distanciamento e independência? É por isso que vemos semanalmente, pelo menos quem tem paciência para isso, os tais ‘paineleiros’ a negarem o óbvio defendendo situações ridículas apenas porque prejudicam ou beneficiam os seus clubes?
Até mesmo antigos profissionais se ‘metem a jeito’ e fazem esse papel de ‘cães de fila’, defendendo e criticando em função dos interesses da sua côr clubística. Compreendo perfeitamente que, para muitos, aquele lugar de ‘paineleiro’ é a única fonte de rendimento que possuem, após terem delapidado em carros, casas, divórcios, maus investimentos e outras coisas menos lícitas, o dinheiro que ganharam enquanto profissionais. Também entendo que outros veem nestes programas uma oportunidade de aparecer e poderem vir a ser convidados para treinar um clube, mas a dignidade e a honra onde é que encaixam?
Tenho a sincera esperança de ainda ver, numa qualquer televisão portuguesa, um programa de debate onde os comentadores sejam mesmo comentadores e não ‘paineleiros’. Onde os comentadores, mesmo defendendo os clubes do seu coração, sejam isentos e livres para criticar os outros, mas também o seu. Para apontarem o dedo aos erros que prejudicam o seu clube, mas também aqueles que o beneficiam. Comentadores que se recusem a receber directrizes dos departamentos de comunicação dos seus clubes, formuladas em telefonemas ou almoços.
Se calhar é por tudo isto que nunca fui convidado para ser comentador, porque falta coragem aos responsáveis dos diversos canais de televisão para cortar com o controle que é feito pelos clubes, e terem nos programas pessoas que pensem por si e não pelos interesses clubísticos ou outros. É o que dá ter grandes grupos económicos, com variados interesses, a controlar os Media nacionais…
Post daqui

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

BANDEIRA BRANCA


Ainda ontem escrevemos que a atribuição a Portugal de um prémio europeu de fair play era um sinal de esperança. Na verdade, muitas ações têm sido feitas em prol de uma postura exemplar do ponto de vista da ética e do desportivismo mas nenhuma tem sido direcionada para aqueles que em resultado da sua grandeza e impacto público podem ser os seus melhores promotores.

O clima de guerra aberta está à vista de toda a gente, ultrapassa os limites do tolerável e merecia da parte de todos aqueles que têm poder e influência para travar esta espiral de acusações e ofensas uma reação enérgica e concertada. Mea culpa. A disputa clubística é sempre bem-vinda porque faz parte da competição e da história do desporto. Mas quando se chega ao insulto e à ameaça, então é preciso fazer alguma coisa. O silêncio e a indiferença podem não ser suficientes.

A Liga tem nos seus regulamentos normas disciplinares que justificam a instauração de inquéritos e processos que podem calar quem ‘diz mal’ dos árbitros, por exemplo, e até podem silenciar quem apenas quer ‘dizer bem’ seja do que for. Nada impede porém que persista o discurso de guerrilha. Por isso se impõe uma atitude profilática quanto mais não seja para chamar à razão aqueles que mantêm aceso o fogo do conflito.

O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo, esteve presente numa iniciativa relacionada precisamente com a promoção do respeito e do fair play: o cartão branco. Um movimento louvável que já foi lançado na época passada. Disse o governante que "os valores éticos assumem preocupação de grande importância". Ora o que se passa neste momento entre os rivais da capital já não vai lá com um simples cartão. É preciso hastear a bandeira branca. E com toda a urgência.
António Magalhães no Jornal Record


Aos 42 anos ainda joga muito...

Uma triste primeira página...

Quando um jornal de referência chama a isto uma primeira página, não há muito mais a dizer.


terça-feira, 4 de outubro de 2016

Sporting volta a cair no mesmo erro



O Sporting continua a cair no mesmo erro da época passada, o de atacar tudo o que mexe, neste caso, um dos responsáveis da candidatura do presidente do Benfica.
 
Este André Ventura também se põe a jeito, mas um clube como o Sporting nem deveria responder a 'paineleiros'..., deixavam isso para os comentadores que lá andam (nos tais programas que só destilam ódio uns aos outros, todos, sem excepcção).
 
Na época passada pouca resposta tiveram do outro lado da segunda circular e o resultado foi o que se viu. Não aprenderam?...
 
Havia quem afirmava que com novo departamento de comunicação as coisas se alterariam, parece que apenas mudou o tom da linguagem...
 
 

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Descanse em Paz!

Faleceu 'o velho capitão' aos 86 anos de idade. O velho capitão celebraria o seu 87.º aniversário no próximo dia 17 deste mês.


Mário Wilson era um ex-futebolista, treinador e seleccionador. É uma notícia triste para a maior parte dos portugueses! Os meus sentidos pêsames à família e amigos. 

domingo, 2 de outubro de 2016