segunda-feira, 25 de abril de 2016

Curiosidades sobre golos nos últimos minutos...


CURIOSIDADES:

Jogos ganhos pelo BENFICA e SPORTING nos últimos 10 minutos, mais os descontos, a chamada 'mija'?!...hum, na minha opinião o que conta são os três pontos, com um golo nos primeiros segundos do jogo ou nos últimos segundos dos 'descontos'. 
O post apenas pretende esclarecer que nem tudo o que se diz é verdade.

BENFICA:
3-2 com o Moreirense;
1-0 com o Boavista;
2-1 com a Académica.
SPORTING:
2-1 com o Tondela;
1-0 com o Nacional;
1-0 com o Arouca;
1-0 com o Belenenses;
3-2 com o Braga;
3-2 com a Académica.

domingo, 24 de abril de 2016

Aguardando pelo Rio Ave - Benfica

Depois da vitória do Sporting, ontem, em Alvalade, hoje é a vez do Benfica entrar em acção. Ela está confiante numa vitória encarnada.




terça-feira, 19 de abril de 2016

O HINO, BENZEMA E RUI VITÓRIA, O RESISTENTE

Na edição de sábado, o provedor dos sócios do Belenenses, “roubou-me” o tema para esta crónica: a ideia, totalmente absurda, da SAD dos azuis, de querer tocar o Hino Nacional antes dos jogos no Restelo. E o brilho do texto de Rodrigo Saraiva faz com que nada do que eu pudesse aqui escrever acrescentasse algo de útil às razões que expôs.
Pensei refletir então sobre o afastamento de Benzema do Europeu, uma decisão da federação francesa, “ratificada” num inquérito à opinião pública: quatro em cada cinco inquiridos aprovam que o avançado não vá à seleção. Mas também não me vou alongar, já que a inevitável comparação seria com o futebol português, e sabemos bem que se tudo se passasse entre nós não haveria coragem para punir um jogador ainda sob o manto da presunção de inocência, uma vez que o seu caso – relacionado com uma alegada chantagem ao colega Valbuena – aguarda  julgamento. Acontece que existem escutas, que por cá são quase sempre ilegais mas que em França contam.
Com tanta conversa fico sem espaço para o tema escolhido: o da inacreditável resistência do treinador Rui Vitória. Esse mesmo que se acusava de ter discurso redundante e aura de perdedor. Esse mesmo a quem tocou o azar de substituir um técnico carismático e campeão, com a sina suplementar da obrigação em apostar em jogadores saídos das fornadas da casa. Esse mesmo que quase todos achávamos que não iria conseguir, que estava perdido. Esse mesmo que depois de Talisca ter feito, há dias, o empate na Luz, aguentou com fair-play, e abanando como se a Terra tremesse, festas sem fim na cabeça e mil palmadas nas costas. Resistiu a tudo e tudo merece, a começar pelo respeito.
Canto direto, Record, 18ABR16
Daqui

sexta-feira, 8 de abril de 2016

SLIMANI ILIBADO



Concordo com esta decisão, se fosse para haver castigo era na altura, tanto tempo depois não se justificava.
Seja com Slimani ou com qualquer outro atleta do 'nosso campeonato'. Siga para bingo...

quarta-feira, 6 de abril de 2016

O BAYERN SOFREU COMO NUNCA TINHA SOFRIDO


1. Qual o principal mérito na exibição do Benfica em Munique?
O facto de ter deixado o Bayern em posição desconfortável durante grande parte do jogo. Criou menos oportunidades do que habitualmente consegue, sentiu problemas na circulação de b ola e teve, inclusivamente, de baixar as linhas nos últimos minutos. Em três anos de Guardiola em Munique, nunca tal coisa se tinha visto.

2. Que jogador do Benfica tem mais responsabilidades no golo do Bayern?

O maior problema está sempre na origem. E, neste caso, a origem esteve nas facilidades concedidas a Bernat. Jogadores com aquela qualidade, quando têm tempo para executar, colocam a bola onde os olhos ‘decidem’. Eliseu ficou com dois para vigiar (Müller e Vidal) e pouco mais podia fazer. Faltou foi alguém (André Almeida ou mesmo Pizzi) que tivesse ‘apertado’ mais cedo o homem que fez o cruzamento.

3. O Benfica ainda tem condições para chegar às meias-finais?

Continua a ser uma missão muito complicada, mas é justo dizer que conquistou ontem mais legitimidade para sonhar. O Benfica terá de fazer um jogo perfeito para que o Bayern não marque um golo na Luz.

4. Sem Jonas na 2ª mão, o que pode fazer Rui Vitória?

Não é líquido que aposte na troca direta por Jiménez. Pode colocar Gaitán nas costas de Mitroglou e lançar Carcela, por exemplo. Tudo em aberto.
Nuno Farinha no Jornal Record

sábado, 2 de abril de 2016

Recordando o Campeonato Italiano 1990/1991

VITÓRIA, VITÓRIA ACABOU-SE A HISTÓRIA!



O Benfica, ao vencer ontem o Sporting de Braga, deu um passo muito importante na revalidação do título. Farão os responsáveis benquistas em não embandeirar em arco, porque nada está objectivamente garantido, mas depois deste triunfo apetece dizer: "Vitória, Vitória… acabou-se a História!".
Sabendo que o futebol está dependente de muitos factores e nada está ganho antecipadamente, este era em tese um dos dois jogos de coeficiente mais difícil no calendário do Benfica, no âmbito do campeonato, até final da época. O outro é a visita a Vila do Conde.
Por isso, na óptica do interesse dos ‘encarnados’, este jogo era para encarar sem nenhuma concessão ou condicionalismo. A partida com o Bayern, em Munique, para os ‘quartos’ da Liga dos Campeões, é já na próxima terça-feira, mas Rui Vitória sempre se recusou a fazer gestão de natureza física e não era agora que a iria fazer, principalmente depois de ter saído em sorteio o Bayern.
Preto no branco: não quer dizer que não possa acontecer, e a esperança é a última coisa a morrer, mas nem o benfiquista mais empedernido está à espera que o Benfica elimine ‘de caras’ a equipa bávara. Por isso, mesmo sem fazer gestão, as ‘fichas’ tinham de ser todas colocadas neste jogo com o Sp. Braga, até porque, entre os candidatos ao título, o Benfica era o primeiro a entrar em campo, a seguir a uma semana em que a maioria dos jogadores esteve ao serviço das respectivas Selecções Nacionais. E os jogadores seguiram o ‘input’ do treinador: foram generosos, correram, e nunca desaceleraram, em nome da qualidade do espectáculo. Um belo jogo na Luz, sendo certo também que a equipa de Paulo Fonseca não merecia um desfecho tão desequilibrado.
Missão cumprida: o Benfica derrota o Sp. Braga e tem agora pela frente 6 finais e o perigo maior está reservado para a deslocação ao campo do Rio Ave, uma semana antes do FC Porto-Sporting. E o ‘clássico’ no Dragão é outro argumento a favorecer as pretensões e os objectivos da equipa comandada por Rui Vitória…
Perante um grande ambiente e uma assistência de 61 042 espectadores, o Benfica não apenas cumpriu a missão de ganhar como, depois de 15 minutos em que podia ter ido ao tapete, com duas oportunidades desperdiçadas pelo Sp. Braga e uma bola no poste, realizou globalmente uma exibição muito eloquente. O primeiro golo, marcado por Mitroglou, mudou o jogo por completo e evidenciou a outra face da equipa bracarense: grande insegurança a defender.
Nos primeiros 15 minutos, o conjunto de Rui Vitória pareceu pequeno, à imagem do que tem acontecido, verias vezes, neste campeonato, mas durante mais de uma hora o Benfica deixou de ser uma equipa pequena para se transformar num grande Benfica, e isso deve-se ao facto de jogar tão bem sem bola como quando a tem em seu poder. A pressão constante que o meio-campo dos ‘encarnados’ e o conjunto no seu todo fizeram sobre as saídas do Sp. Braga dizem muito sobre o êxito benfiquista. O papel de Renato Sanches é muito importante no preenchimento de um ‘miolo’ activo, com Fejsa em bom plano e com Pizzi, Gaitán e os dois jogadores da frente, Jonas e Mitroglou, muito bem na missão de abrir e fechar, dando coesão e dinamismo nas acções em que todos são protagonistas.
Colhe-se a sensação de que o Benfica anda com uma ‘estrelinha’: não sofre golos em situações de golo iminente construídas e desperdiçadas pelos adversários (neste jogo, teve duas bolas nos ferros), mas a equipa gera mecanismos de eficácia verdadeiramente excepcionais e é, de facto, nessa excepcionalidade que assenta a liderança dos bicampeões nacionais. Não pode ser apenas sorte o facto da equipa, mesmo quando perde jogadores vitais como vinham sendo Júlio César e Luisão, conseguir substituí-los por outras unidades (neste caso, Ederson e Lindelof) sem qualquer tipo de afectação do rendimento.
No êxito do Benfica, ontem na Luz e ao longo da época, muito contribui o jogo e o entendimento entre Jonas e Mitroglou. O FC Porto não tem ponta-de-lança, o Sporting tem 1,5 (Slimani e meio Téo) e o Benfica 2 que, às vezes, valem por 4. Nas contas finais, isso pode ser decisivo. A eficácia é o principal mandamento do futebol. E em eficácia ninguém supera o Benfica. É por isso que… ninguém para o Benfica!
NOTA - Fernando Mendes era um senhor no trato e na partilha das ideias sobre futebol. Como treinador, era partidário de um futebol corrido e largo, que chegou a criar raízes em Alvalade, por ser diferente daquilo a que estávamos habituados a ver em Portugal. Deixa uma boa imagem. Que descanse em paz!


JARDIM DAS ESTRELAS
Casa das Selecções
- finalmente, mas…
Com 30 anos de atraso aí está a Casa das Selecções ou a Cidade do Futebol. O primeiro nome até estaria mais consentâneo com a realidade porque as infra-estruturas ali levantadas não têm dimensão de Cidade. Aliás, considerando os 30 anos de atraso e apesar de ser uma infra-estrutura importante, a sensação que se colhe é que a montanha pariu um rato. Útil, pois claro, mas ainda incompleta. Gastar 15 M€ e o edifiício das Selecções Nacionais não ficar totalmente autónomo (os jogadores nem sequer podem ficar na… Cidade!!!) é coisa pouco compreensível. Tarda em Portugal o equilíbrio entre o pífio e o megalómano.


O CACTO
Onde anda
o Estado?
Há Casa das Selecções (com um atraso de 30 anos!!!), mas não há Casa das Transferências. E esta é fundamental para regular uma das áreas do negócio que mais dúvidas e polémica vem suscitando ao longo dos anos. O Estado não pode demitir-se perante a evidência e a interrogação sobre a diversidade de informação que a este respeito tem vindo a lume, não apenas pelo estatuto de utilidade pública subjacente a muitas instituições que fazem da compra e venda de jogadores o seu ‘core business', mas porque isso levanta muitas dividas sobre a natureza e a (não) existência de tributação. No último caso vindo a público, envolvendo a empresa de intermediação de Alexandre Pinto da Costa, independentemente da escassez de informação que começa logo no facto da Energy Soccer não revelar o nome dos jogadores por ela representados, há uma questão ética subjacente a todo o processo: deve o filho do presidente do FC Porto e da SAD ter negócios, ainda por cima não totalmente explicados, com esse clube e com essa SAD? Não me parece, e este é um caso que deveria ser inscrito no âmbito de um quadro de incompatibilidades que o futebol, como indústria, deveria definir.
Rui Santos no Jornal Record

sexta-feira, 1 de abril de 2016

«Furacão encarnado arrebenta cérebro na segunda circular»



Foi um verdadeiro furacão que hoje passou na Luz e derrubou a excelente equipa do Braga.

Um Benfica a demonstrar uma tranquilidade nada normal para quem tem a pressão de manter o primeiro lugar no campeonato, em vésperas de visitar o colosso Bayern de Munique para a champions league.

Verdade seja dita, o Braga entrou melhor e poderia ter inaugurado o marcador, mas um jogo de futebol é ganho por quem marca mais golos com o pé, com a cabeça ou com outra parte do corpo logo que não seja com braços ou mãos (viram hoje o passe de costas de Jonas para Pizzi?!), não poderia ser de outra maneira.

O jogo de hoje 'arrebenta' com qualquer cérebro que assista a um jogo destes sentado num sofá perto da segunda circular.

Este Benfica começou mal a época, mas a tranquilidade e a ausência de ruído da estrutura encarnada ajudou Rui Vitória a preparar uma equipa com um ataque demolidor.

O campeonato entra mesmo na recta final daqui em diante, nada está ganho nem perdido para os três grandes, se bem que, o FC Porto tem a tarefa mais dificultada.

De vermelho e aguardando pelo jogo do Benfica...

«Onze e sistemas prováveis de Benfica e Braga»

Revolução no Sporting



O Blackout está de volta ao futebol português. Uma posição tomada várias vezes por Pinto da Costa na década de 90, volta agora a um dos grandes do futebol português - no Sporting!

Há quem afirme que foi Octávio Machado a convencer Bruno de Carvalho para esta tomada de posição. O blogue futebol Total sabe que Jorge Jesus e os jogadores já estão ao corrente desta situação e ficaram deveras sensibilizados com esta medida.

Entre a equipa técnica, jogadores e restante staff, está combinado um jantar de comemoração caso Octávio Machado consiga convencer o presidente a sentar-se na tribuna e deixar os 'posts diários' no facebook. Dizem eles, que só com muito menos ruído terão paz para vencer o campeonato!