domingo, 28 de junho de 2015

Agente de Jackson Martinez "destrói" Pinto da Costa/SAD do FC Porto

Sinceramente, já mete 'nojo' todas estas declarações de empresários/intermediários de jogadores no futebol português.
 
Todos nós sabemos que há dirigentes e amigos em quase todos os clubes que tem beneficiado por debaixo da mesa com transferências de jogadores.
 
O problema, é que, as acusações são muitas mas as provas nenhumas.
 
Estas declarações do empresário de Jackson Matínez merecem ser 'rebatidas' por quem de direito - Jorge Nuno Pinto da Costa.
 
O presidente do FC Porto não pode ficar calado perante estas insinuações.


sábado, 27 de junho de 2015

Parabéns PORTUGAL!

Foi uma vitória histórica dos nossos sub-21 sobre a Alemanha nas meias-finais do Europeu da categoria. 21 anos depois, estamos novamente na final de um Europeu.
Parabéns à 'rapaziada'!,...a Rui Jorge e toda a sua equipa técnica, dirigentes e restante staff da FPF!

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Maxi Pereira, vai para o Sporting

LINHA DIRETA

 
A possibilidade de Maxi Pereira se tornar jogador do FC Porto ameaça ser o tema deste defeso, o que é surpreendente se tivermos em conta a forma como Jesus se passou para o outro lado da 2.ª circular.


Quanto a Jesus, fez ele muito bem! Quando o Benfica deu a entender que, após a conquista do bicampeonato, lhe queria dar como prémio um desconto no ordenado, só havia mesmo um caminho: procurar emprego noutro lugar. Situação apenas agravada quando Jorge Mendes e Luís Filipe Vieira praticamente quiseram empurrar JJ para um avião com destino às arábias…


Podem argumentar que Vieira fez, há dois anos, por Jesus o que Maomé fez por Alá, dando-lhe confiança quando todos o queriam ver apenas a arder na fogueira do inferno. Ok. Mas, como diz um conhecido treinador da nossa praça, especialista em tautologia, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.


Aquilo que hoje os adeptos do Benfica sentem por Jesus é comparável ao que os adeptos do FC Porto pensam da possibilidade de Maxi Pereira se tornar jogador portista. Não vou aqui reproduzir os nomes já usados para caracterizar esta situação mas quer-me parecer que nesta altura Pinto da Costa estará tentado a mudar o chip. O que foi feito até aqui não foi bluff mas, lá está, nos tempos que correm há que estar atento à forma como sopra o vento, especialmente nas redes sociais que até o líder e criador dos dragões deve frequentar (já o vi com um tablet!).


Maxi tem 31 anos e está próximo do seu fim de ciclo. Foi um jogador muito importante para o Benfica e para os benfiquistas. Apesar de ser um susto a defender, ataca como outro lateral não ataca no nosso campeonato. E até marca uns golos.


Se o lateral direito uruguaio transitar para o FC Porto, é certo: vai comprar duas guerras.


Uma com os adeptos do Benfica.


Outra com os adeptos do FC Porto.


Vendo bem as coisas, o melhor seria começar a pensar em aceitar uma proposta do Sporting.

domingo, 21 de junho de 2015

Danilo pela porta do fundo

ENTRADA EM CAMPO











O Sporting perdeu Danilo para o FC Porto depois de se ter posicionado em vantagem quando Jesus contactou o jogador e os leões aceleraram o processo. Danilo ficou sensível aos argumentos e chegou a acordo. O FC Porto intrometeu-se e ganhou a corrida. A história, porém, pode não ficar por aqui.

De acordo com os factos conhecidos, há duas conclusões a tirar:

1. O Sporting pagou a fatura por entender que deve negociar com os clubes e não com terceiros, mantendo-se assim firme na sua relação com os fundos;

2. Fica provado que muitas vezes o jogador não vai para onde gostaria de ir mas sim para onde o empurram. A moral da história não será apenas uma – a mais evidente: o dinheiro falou mais alto – mas sim duas. Por um lado, o Sporting atuou de acordo com princípios e legitimado pelas novas leis da FIFA, que proíbem a copropriedade dos passes.

Por outro, fica a questão: alguém pode levar a mal que Danilo se mostre grato ao empresário que, em dado momento, o terá ajudado na carreira e a quem o Marítimo só acertará contas se houver quem assuma esse pagamento?

Dez milhões de euros é a verba que o Benfica vai receber de um clube chinês pela transferência de Jonas. Jesus bem tinha razão em insistir na contratação do brasileiro. Passou pela Luz como um cometa, mas deixou marca.


Jonas passou pela Luz como um cometa mas deixou marca. Jesus tinha razão

O Benfica perde um dos pilares do bicampeonato, embora face à circunstância de Jonas ter 31 anos e possuir vínculo por apenas mais uma época, acrescido do facto de que a proposta chinesa representa para o jogador o contrato de uma vida, compreende-se o negócio. Certo é que os principais goleadores da nossa Liga (Jackson, Jonas, Lima e Marco Matias) vão continuar a marcar golos mas lá por fora.
António Magalhães no jornal record

domingo, 14 de junho de 2015

E assim foi o fim de semana das nossas selecções

A selecção principal consegui uma vitória no sempre difícil terreno da Arménia, sem ser um jogo muito conseguido, valeu pelos três pontos.
 
Os sub-20 infelizmente ficaram pelo caminho nas grandes penalidades com o Brasil.
Um sabor amargo, tendo em conta que agora seguem para as meias finais a Sérvia, Senegal, Mali e o Brasil.
 
Pressentia que era desta que conquistávamos pela terceira vez o campeonato do mundo da categoria.
Não há que ir 'abaixo', esta 'rapaziada' teve uma excelente prestação.


 

quinta-feira, 11 de junho de 2015

«Os bastidores da última dobradinha do Sporting em 2002»

Foi este o último campeonato ganho pelo Sporting, ano em que também venceu a taça de Portugal conquistando assim a 'dobradinha'. Foi também a melhor época de Jardel em Portugal, melhor marcador do campeonato com 42 golos.
Em baixo, um vídeo/documentário a não perder da época em questão.


terça-feira, 9 de junho de 2015

Luz mais calma que Alvalade

ENTRADA EM CAMPO

 
Percebo o incómodo de Bruno de Carvalho. Orgulhoso por ter trazido Jesus da Luz para Alvalade, não entende as críticas que lhe são dirigidas pela engenhosa operação. Afinal, o ambiente tem estado mais calmo no ninho das águias do que no reino do leão. As críticas chegam de todos os quadrantes e foi vasta a lista de nomes que o presidente acusou de desestabilização. Entendo o mal-estar, mas Bruno está a ver oposição organizada num grupo de pessoas que hoje já pouco une.


No meio da aposta de risco que decidiu fazer após duas épocas de contas positivas e corte na despesa, o presidente do Sporting esqueceu-se de dois pormenores na operação. O primeiro e mais polémico, dar um tratamento digno a Marco Silva. Segundo, que vai pagar quase dez vezes mais a Jesus do que ao despedido. O facto de ter avançado primeiro para a contratação e só depois para o despedimento deixou muitos leões desiludidos. Acredito que a maioria vê a chegada de JJ com bons olhos, mas os milhões oferecidos ao treinador que o Benfica achava caro e a justa causa de todos os males levaram os notáveis a pronunciar-se na praça pública. E os anónimos nas redes sociais. Chega a ser estranha esta capacidade autofágica do Sporting. E não será renegando sócios que ela se resolverá.


Pagar quase dez vezes mais a JJ do que a Marco Silva abalou convicções leoninas


Vieira tem uma vantagem sobre Bruno. Entre os que o culpam pela perda de JJ, muitos há que veem o técnico como traidor. Faz toda a diferença no julgamento público. O Benfica não queria Jesus. Se o tivesse assumido, seria arriscado em termos de futuro político, mas o burburinho seria metade. Erro foi Vieira pensar que lhe podia decidir o futuro. Ficou a saber que há pessoas que pensam pela sua própria cabeça. Quem sabe, uma lição para presidentes que pensam que tudo podem e tudo mandam.
 
Bernardo Ribeiro no jornal record

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Depois do verão quente e João Vieira Pinto... eis Jorge Jesus

OUTROS CASOS DE TROCA DE EMBLEMA ENTRE BENFICA E SPORTING QUE DERAM QUE FALAR
A mudança de Jorge Jesus da Luz para Alvalade é vista por muitos como uma traição, idêntica à vivida em 1993, com a transferência de Paulo Sousa e Pacheco, e posteriormente, em 2000, com João Vieira Pinto. Três casos que aconteceram após "deslizes" do Benfica.


No verão quente de 1993, o presidente do Sporting Sousa Cintra aproveita as dificuldades financeiras do rival e desvia para o outro lado da Segunda Circular Paulo Sousa, na altura com 23 anos, e Pacheco, com 26. Os jogadores, que alegaram salários em atraso para rescindir com os encarnados, são apelidados de traidores.

Sousa Cintra tenta também garantir a transferência de Rui Costa e João Vieira Pinto, mas sem sucesso. No entanto, anos mais tarde, aquele que era conhecido na Luz como “o menino de ouro” chocou os benfiquistas ao aparecer ao lado de Luís Duque numa conferência de imprensa onde é comunicado que irá vestir de verde e branco.

 
 
Mais uma vez, o Sporting aproveitava um deslize do rival Benfica. Vale e Azevedo, na altura presidente das águias, dispensara João Vieira Pinto, que é apresentado em Alvalade num domingo debaixo de aplausos dos adeptos sportinguistas. Foi há 15 anos.

O até então capitão do Benfica mostrava-se orgulhoso pela escolha feita. João Vieira Pinto admitia que tinha “outros convites honrosos”, mas que a sinceridade do presidente da SAD leonina, Luís Duque, o tinha cativado.

Idêntico

Situação idêntica parece agora viver Jorge Jesus. O técnico bicampeão do Benfica estava em fim de contrato com as águias, que não se mostraram interessadas em renovar contrato. Luís Filipe Vieira acreditava que o técnico não iria aceitar treinar outro clube em Portugal, mas a vontade de Jesus em permanecer no país era há muito conhecida. Bruno de Carvalho mostrou que não andava distraído e aproveitou… ainda com a situação de Marco Silva por resolver. 
daqui

quarta-feira, 3 de junho de 2015

O caso Jesus pode ser o princípio do fim de Luís Filipe Vieira

Dirigentes do Benfica, como Rui Gomes da Silva, dizem que Luís Filipe Vieira ficou isolado na decisão de reduzir o salário a Jorge Jesus. Também há dois anos, quando todos, um-por-um, na administração da SAD, pediam a cabeça do treinador, por ter perdido quase tudo ao minuto 92 (ou perto dele), o presidente do Benfica fez finca-pé e decidiu manter o treinador no seu posto, com o contrato atual, de quatro milhões de euros anuais. Uma loucura, disseram alguns; um ato de boa gestão, defenderam outros.
O que se passou a seguir deu razão a Luís Filipe Vieira: o Benfica ganhou três provas em 2013/14 e mais três em 2014/15. A sua decisão de manter Jesus contra a vontade da administração foi visionária, uma atitude de grande coragem, premiada com bons resultados. Mas paga a peso de ouro!
O que se está a passar agora e pode resultar na saída de Jorge Jesus é um contrasenso: que livro de gestão andou Vieira a ler para decidir cortar nos salários de quem ganha? Ou o presidente do Benfica quis pagar adiantado e só agora passou a fatura de 2013 ao treinador?
Seja qual for o manual de gestão que Vieira andou a ler (ou a escrever!), certo é que esta pretensão de reduzir o salário do treinador implica uma jogada muito perigosa.
É notório que o atual treinador do Benfica, apesar da propaganda nacional, não tem o mercado internacional de que se ouve falar (se assim fosse já estaria de contrato assinado com o Milan ou o Real Madrid!!!!) - terá uns Besiktas desta vida que Jorge Mendes facilmente lhe poderia arranjar -, mas internamente não faltaria quem lhe desejasse deitar a mão. O Sporting? Por que não?
Tenha Luís Filipe Vieira o plano que tiver, as obrigações que forem necessárias satisfazer face aos financiadores/credores, não é crível que não consiga encontrar uma engenharia contabilística onde Jesus possa ficar a ganhar o mesmo, segundo alíneas diferentes: tanto para vencimento-base, x para prémios por objetivos, etc., etc., etc...
Agora, existe um cenário pouco batido: e se Vieira entender que o ciclo de Jesus chegou ao fim, independentemente dos valores contratuais? E se o presidente do Benfica chegou à conclusão de que só poderá ganhar uma competição internacional com outro treinador, que não diga "ipsis verbis" que "o que interessa é o campeonato", quando o Benfica joga a Liga dos Campeões por cuja qualificação tanto sua? E se o líder pensa que não é um assalariado a decidir que a formação não interessa para nada e que os juniores têm de nascer dez vezes para poderem passar à frente dos jogadores estrangeiros contratados depois de longas noitadas a ver os estaduais brasileiros?
Se for isto, percebe-se o finca-pé do presidente. Mas também se sabe que, se Jesus for reforçar um concorrente interno e ganhar o campeonato, não há máquina de comunicação que possa salvar o presidente em próximas eleições. 
Post de António Varela, daqui