sábado, 29 de novembro de 2014

Please Jorge Jesus...


...até ela ficou incrédula com Jorge Jesus. 

Nem sabia que estava fora das provas europeias?!... 
É inadmissível esta falha!...

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Jesus: o verdadeiro Animal Feroz continua à solta

Benfica fora das provas europeias e, pronto, eis mais uma saraivada de pedras a cair sobre Jesus, alguma lançadas por alguns companheiros de almoço.
O pessoal anda mesmo muito distraído.
O treinador do Benfica disse várias vezes, embora de forma subliminar, porque de outra não podia ser, que esta época se estava a borrifar para as provas europeias.
Jesus sabe melhor que ninguém que só tem plantel para vencer as competições caseiras e mesmo assim vai ter de explorar ao máximo as capacidades dos seus jogadores e a sua arte de organizar e motivar.
Só não percebeu quem não quis.
Mas lá está. O "envolvimento" mesmo de alguns comentadores com a causa é de tal ordem que lhes retira a lucidez.
JJ não nasceu ontem, até a dormir sonha com táticas, mas infelizmente ainda não teve oportunidade de sugerir um exercício de treino a Guardiola. Aliás, presumo que nem estará interessado. Se ainda fosse ao Cruyff...
Vejamos as coisas. O Benfica está nas 3 frentes do campeonato, tem 2 pontos de vantagem sobre o V. Guimarães, 3 sobre o FC Porto e 8, repito: 8, sobre o Sporting. O melhor jogador do campeonato dá pelo nome de Talisca e foi descoberto como por artes mágicas, preparando-se para render mais uns milhões ao Benfica.
A retoma do Benfica tem a assinatura de Jorge Jesus.
Os benfiquistas, esses, deviam pensar primeiro no que de bom lhes aconteceu desde que JJ chegou à Luz. Os de bancada e os de painel.
O Benfica de JJ continua forte cá na terra. Também por isso está a ser "atacado" pela concorrência. Mas imagino JJ no seu gabinete, com um sorriso maroto na cara, enquanto lê os jornais e vê a televisão.
Post de Eugénio Queirós, aqui

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

O trambolhão de Jorge Jesus

ENTRADA EM CAMPO

Está novamente adiado o projeto europeu do Benfica e desta vez a queda foi com estrondo. O regresso à primeira linha internacional só seria concretizado com a afirmação do clube a um nível razoável na Liga dos Campeões – o que, com Jorge Jesus, nunca aconteceu.

As duas finais da Liga Europa, ainda para mais no contexto em que atualmente a prova se disputa, não chegaram para devolver a glória de outros tempos. Essas duas campanhas foram muito meritórias e culminaram, aliás, em duas finais injustamente perdidas. O problema é que não serviram para dar forma ao sonho maior de Luís Filipe Vieira, que foi capaz de criar condições para que o Benfica tivesse nos últimos anos plantéis de qualidade talvez irrepetível. É evidente que uma final da Champions era um voo demasiado alto, mas Jesus deveria ter feito muito melhor. Tinha obrigação disso, aliás.

O trambolhão de ontem acabou por nem constituir grande surpresa. O Benfica foi na Rússia aquilo que tem sido esta época: uma equipa previsível e a forçar um estilo para o qual lhe faltam as peças certas. Não é a qualidade que está em causa. É, sim, a insistência numa ideia estafada e nalguns caprichos que já não fazem sentido.

Na Europa é quase impossível seguir em frente a jogar a este nível

Em Portugal, com mais ou menos dificuldade, dá para ir ganhando, mas na Europa é quase impossível seguir em frente a jogar a este nível. Jesus sai precocemente da Champions na época em que mais técnicos portugueses lá estão: Mourinho, Villas-Boas, Leonardo Jardim, Paulo Sousa e Marco Silva. Um deles (Mourinho) já qualificado e todos os outros ainda com boas hipóteses de chegarem aos oitavos-de-final.

As coisas correram tão mal a Jesus, que desta vez nem sobrou a Liga Europa. Terá mais tempo para preparar o ataque ao bicampeonato que o Benfica falha há 30 anos.
Artigo de Nuno Farinha no jornal record

Sorteio da Taça de Portugal

Realizou esta quinta-feira o sorteio dos oitavos de final da Taça de Portugal, jogos que se vão realizar a 17 de dezembro, quarta-feira.



Resultado do sorteio:
Gil Vicente (Liga) – Penafiel (Liga)
Belenenses (Liga) - Freamunde (Liga 2)
P. Ferreira (Liga) – Famalicão (CNS)
Vizela (CNS) - Sporting (Liga)
Nacional (Liga) – Santa Maria (CNS)
Marítimo (Liga) – Oriental (Liga 2)
Benfica (Liga) - SC Braga (Liga)
Rio Ave (Liga) – Chaves (Liga 2)

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Não percebo tanto espanto...




Não percebo tanto espanto por parte de alguns adeptos benfiquistas pela eliminação das competições europeias. 

Mas afinal não foi Jorge Jesus que afirmou que o objectivo nº 1 era o bi-campeonato?!... 

Apesar de achar que uma equipa da dimensão do Benfica devia continuar nas provas europeias (verdade seja dita, fizeram pouco por isso), nem tudo é mau com esta eliminação precoce. 

Para memória futura: O Benfica a partir deste momento ganha muito mais favoritismo para ser campeão nacional.

domingo, 23 de novembro de 2014

Vieira e Pinto da Costa: a memória dos homens é curta

Fazendo fé nos últimos relatos, Luís Filipe Vieira e Jorge Nuno Pinto da Costa falaram ao telefone para resolver o problema dos árbitros.
Ou seja, FC Porto e Benfica teoricamente adiantaram mais de meio milhão de euros para pagar o que estava em atraso, como resultado do fim de mandato de Mário Figueiredo.
De pé estava a ameaça, serôdia, de uma greve dos árbitros, com uma narrativa que falava de problemas pessoais dos mesmos devido aos pagamentos em atraso.
A FPF, que não tem a responsabilidade de pagar a arbitragem dita profissional, fez de conta que não era nada com ela.
Tiveram por isso de ser os clubes que sustentaram a candidatura única de Luís Duque a resolver o problema. De onde veio o dinheiro que pagou a arbitragem e porque razão os clubes sentiram que a ameaça dos árbitros era sério é algo que ainda me escapa.
Como não consigo perceber que dois dirigentes que tudo fizeram para aniquilar o opositor surjam agora em ambiente dialogante. A não ser que tudo isto seja mentira, não quero acreditar na verdadeira intenção de quem coloca os lábios na boca de quem vomitou ódio sobre o novo "colaborador".
Não será propriamente algo de espantoso mas, repito, a ser verdade, é algo de absolutamente degradante.
Post de Eugénio Queirós, aqui

sábado, 22 de novembro de 2014

Rui Vitória: «Jogadores querem conquistar este mundo e o outro»

RUI VITÓRIA ANTEVÊ DÉRBI MINHOTO NA TAÇA


O treinador do Vitória de Guimarães disse este sexta-feira esperar um jogo "intenso e complicado" na receção ao vizinho Sp. Braga, da Taça de Portugal, mas também "fantástico", e prometeu "fazer tudo para ganhar".

Na antevisão ao encontro da quarta eliminatória, Rui Vitória disse que "estes jogos vivem-se um bocadinho à margem do que é a pontuação e a passagem" à eliminatória seguinte, referindo-se ao encontro entre dois rivais, mas no qual o objetivo é, garantiu, entrar com um V. Guimarães apostado em "fazer tudo para ganhar".

Questionado sobre a diferença de armas e de meios entre equipas que se reforçaram de forma diferente, mas também sobre o facto de isso não estar espelhado na tabela classificativa do campeonato, o V. Guimarães segue em 2.º lugar com mais cinco pontos (tem 23) do que o Sp. Braga que é 5.º (com 18), o técnico apostou numa análise fria.

"De um lado teremos um clube bom e uma equipa que é forte e se reforçou para estar nos lugares cimeiros. Do outro lado vai estar uma equipa com jogadores com uma grande vontade de conquistar este mundo e o outro. Trabalhamos com grande sentido coletivo e só depois, bem depois, é que as individualidades surgem", disse Rui Vitória.

Um Vitória "igual a si próprio" é o que o técnico promete aos adeptos, recordando o lema atribuído a este encontro: "Um contra onze". "Esse 'um' é extensível a uma cidade, a um clube. Todos juntos vamos tentar levar de vencido o Sp. Braga. Em Guimarães e no D. Afonso Henriques não se assiste só aos jogos. As pessoas vivem e sentem. E nesse sentido temos a perfeita noção de que jogar aqui não é fácil para quem cá vem. Jogar aqui está a ser cada vez mais agradável, mas mais complicado para as equipas adversárias", completou.

V. Guimarães e Sp. Braga defrontam-se no domingo, pelas 19h15, no estádio D. Afonso Henriques, em jogo arbitrado por Duarte Gomes, de Lisboa.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

A enorme exibição de Damas no Inglaterra - Portugal de 1970

A pergunta para 1 milhão de dólares

Qual é o problema do Barcelona?
O problema, assim de repente, são duas derrotas que coincidiram com a entrada de Luis Suárez na equipa. Uma em Madrid, outra em casa, frente ao Celta. Aparentemente - analisando de fora, sem acesso ao trabalho diário, sem conhecer os objetivos que Luis Enrique pretendia atingir com a alteração no onze - a ideia é a de que a equipa ficou mais longa. Menos unida, menos compacta. Com os jogadores mais afastados entre si. E isso inviabiliza desde logo o jogo posicional, de toque, de passe, de tiki e de taka.
Problema: Xavi, com 34 anos, ainda é melhor do que Rakitic. O croata é um jogador muito interessante, sim, mas está muito longe da velocidade de raciocínio de Xavi. E no Barça, mais do que correr rápido, importa pensar (e executar) rápido.
Messi, Neymar, Suárez? Sim, concordo. Desde que seja possível manter o mesmo nível de cobertura no meio-campo. A questão é que Busquets, nos últimos tempos, está pouco acompanhado. Tem cada vez mais metros para tapar. E é por aí que o Barcelona está a sofrer. O tridente do ataque faz muito sentido com bola, mas é um risco contínuo a partir do momento da perda.
Em Madrid, por exemplo, cada bola que chegava ao lado esquerdo do ataque do Real deixava Marcelo ou Ronaldo imediatamente em 1x1 com Dani Alves. Bastava a bola lá chegar. Impensável.
Uma das soluções pode mesmo passar por recuperar a versão do ano de Ibrahimovic (2009/10). Ou seja, Suárez a fazer o que fazia o sueco. Mais fixo, mais central. Messi a jogar entre as costas do ponta e a direita. Na esquerda Neymar. Por trás, Busquets, Xavi e Iniesta (quando estiver recuperado).
Na defesa, Dani Alves, Piqué, Mascherano e Alba.
Perguntamos, assim: então e para que servem os reforços Mathieu e Rakitic? Servem para ótimas soluções no banco.
Como está é que não.
Post de Nuno Farinha, aqui

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

As vitórias são um bálsamo

ENTRADA EM CAMPO
Há muito de questionável na seleção de Fernando Santos. Como havia na de Paulo Bento. Mas o que é essencial no futebol mudou: os resultados. Afinal, é isso que alimenta a cabeça das pessoas. Nesta altura são poucos os que se preocupam com o facto de Portugal ter feito quatro jogos muitos fracos sob o comando do novo selecionador e de os resultados estarem claramente desajustados da realidade, se olharmos às tristes exibições na Dinamarca, ou ontem, em Manchester.

Ganhar tapa muita coisa. Nos clubes os presidentes sabem disso e no edifício federativo, mentes como Fernando Gomes ou Humberto Coelho também têm isso bem claro. Por isso hoje já ninguém se preocupa com a estranha renovação levada a cabo quando se chamam jogadores como Bosingwa, Fonte ou Tiago Gomes. Ou o sub-rendimento de Danny. Ou mesmo o facto de termos regressado claramente a uma equipa com tração atrás, o que até nos garantiu já três jogos sem golos sofridos.

É óbvio que Santos precisa de tempo. E que nem tudo está bem. Se conseguir acrescentar mais futebol a um grupo que se pretende coeso, equilibrar o meio-campo e resolver a equação Ronaldo, seremos felizes. O apuramento será favas contadas. Mas seria sempre, diga-se.

Ganhar tapa muita coisa. Mas é óbvio que Santos precisa de mais tempo

À partida de Manchester, Nani resolveu lançar uma bomba sobre o Sporting. Das duas uma, ou se retrata durante o dia de hoje e fica só a ideia que estava a viver um regresso emocionado, ou a relação com o presidente deteriorou-se mesmo com o episódio das críticas no Facebook. Nem sempre negar evidências é o melhor remédio para as maleitas. Seja como for, Nani é imprescindível para o projeto desportivo desta época e o Sporting não se pode dar ao luxo de o perder tão cedo.








Bernardo Ribeiro no jornal record

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Boa 'Rafa'!



Como não poderia deixar de ser, gostei de mais esta vitória da selecção portuguesa. 

Nem tanto pelo jogo em si, muito faltoso e nem sempre bem jogado. 
Mas, gostei da atitude da 'nossa rapaziada', muito empenho, muita raça e, jogando o que os argentinos deixaram jogar. 

A Argentina esteve melhor, mas, se dúvidas houvesse, elas hoje ficaram dissipadas:
Ganha quem marca mais golos, não quem tem mais posse bola ou controla melhor o jogo. 
E, ganhar com um golo de uma das novas 'coqueluches portuguesas 'melhor ainda. 

Para terminar, incrível como nas redes sociais o resultado ficou para segundo plano e só se consegue dizer mal do jogador A, B ou C. 
Fracas mentes, é que a maior parte dos 'inteligentes' nem critica construtiva faz!,...é só um 'botar' a baixo porque apetece. Frustrados com a vida?!... É triste!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

«Os bastidores de um Argentina - Portugal»

...este vídeo refere-se ao último particular entre ambas as selecções. 
Amanhã, até pode ser o mesmo resultado, mas ao contrário.


 

domingo, 16 de novembro de 2014

De Vítor Pereira ao Conselho de Presidentes

Vítor Pereira esteve na RTP Informação para rebater a entrevista de Pedro Proença a Record, na qual o melhor árbitro português pedia a demissão do presidente do Conselho de Arbitragem e o acusava de ser o rei do caos.
Vítor Pereira, atirado para um programa que começou com 10 minutos a apelar ao voto de valor acrescentado, esteve como peixe na água e rezou a sua missa. A coisa foi ao ponto de lhe terem cortado o embalado quando parecia ir falar a sério de Pedro Proença.
Estes programas com vários comentadores, entre os quais por acaso alguns que admiro, têm esta capacidade para estragar o que não precisa de ser mexido para ser bom.
Vítor Pereira falou sobretudo de si e da maravilha que é hoje a arbitragem portuguesa. De Proença o "melhor" que disse foi que foi seu fiscal de linha.
Havia matéria suficiente para pelo menos atrapalhar o excelente comunicador que Vítor Pereira é, depois de ter sido também um árbitro de excelência. Por exemplo, pedindo-lhe para explicar porque durante todo o Mundial do Brasil nem um telefonema fez a Pedro Proença ou porque foi à final da Champions apitado por ele e não se apresentou ao jantar que se seguiu ao jogo, onde estiveram presentes outras figuras da arbitragem portuguesa.
Vítor Pereira e Pedro Proença estão há muito tempo em confronto. Mas a diferença está em Proença - que assume esse confronto!
Vamos ver agora como reage Proença à não reação de Vítor Pereira e à ameaça de um processo.
Temo que o melhor árbitro português recue dois passos. Mas isto sou eu a falar.
Entretanto, realizou-se mais um Conselho de Presidentes. Pinto da Costa e Luís Filipe Vieira estiveram lá com os seus fiéis escudeiros. Bruno de Carvalho foi conviver com os sócios e adeptos do Sporting. Faz muito bem o líder dos leões em não alinhar nestas festividades que se seguem à célebre reunião na zona de limpezas da estação de serviço fronteira à Liga.
De um momento para o outro, os clubes mostram-se até disponíveis para suportar as despesas operacionais da Liga. O que é FANTÁSTICA.
Ao mesmo tempo, a Olivedesportos informa os clubes que só irá fazer contratos de 3 anos.
O mercado dos direitos televisivos, que prometia pelo menos a duplicação de receitas para os clubes médios e pequenos, volta à estaca zero, afinal de onde nunca saiu.
Os clubes pequenos e médios, esses, metem-se de novo debaixo da asa dos dois gigantes.
A ordem está restabelecida.
Post de Eugénio Queirós, aqui

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Tozé: «Não se passou nada de mais»

MÉDIO ADMITE INCIDENTES MAS DESVALORIZA-OS

 
Autor do segundo golo do Estoril no empate a dois diante do FC Porto, o médio Tozé mostrou-se feliz pelo tento apontado e desvalorizou os incidentes ocorridos após o apito final do árbitro da partida.

"Fiquei satisfeito por ter ajudado o Estoril. O que se passou no final não foi nada de mais e são coisas que acontecem no futebol e com o calor do jogo. Tenho grandes amigos no FC Porto e um grande respeito pelo clube", disse o médio, ao site oficial do Estoril.

Em relação ao encontro propriamente dito, o médio elogiou a atuação coletiva. "Penso que fizemos um grande jogo e a equipa deu uma boa resposta. Foi um jogo bastante difícil, frente a uma grande equipa, ficando o sabor amargo da vitória ter fugido nos minutos finais. A nossa equipa está a melhorar e cada vez mais confiante", acrescentou.

O médio falou ainda do que falta disputar, nomeadamente a Liga Europa: "Vai ser um período que pode ajudar a recuperar de algum desgaste bem como os jogadores lesionados. Vamos trabalhar para que no próximo jogo apareça um Estoril na máxima força. A Liga Europa continua em aberto e como em todos os jogos vamos querer vencer".
notícia daqui

«Os famosos túneis estão de volta»

Em destaque no facebook de Rui Almeida, 'ex-jornalista da Antena 1' e conhecido adepto portista:

Sendo verdade esta situação - e não me custa a acreditar que seja, conhecendo o "modus operandi" da maioria dos elementos que vagueia no futebol profissional dos "dragões" - é mais um momento nojento de gente que não tem o mínimo sentido do equilíbrio. Este não é o FC Porto. É um clube de bairro básico e para esquecer.


Tozé quase em lágrimas após ser apertado no túnel
médio vive drama no final do jogo com dragões

A polémica instalou-se nos bastidores do António Coimbra da Mota e com um dos protagonistas do jogo. No final da partida, o médio Tozé, que no último defeso trocou o FC Porto pelo Estoril, foi “apertado” por elementos ligados aos azuis e brancos, no túnel de acesso aos balneários, tendo sido acusado por eles de falta de profissionalismo. De acordo com o que Record apurou, essa foi uma situação que deixou o camisola número 70 dos canarinhos quase em lágrimas, mas que não o impediu de defender-se, alegando que apenas cumpriu o seu trabalho.

Na base do ataque portista a Tozé esteve seguramente a grande penalidade que o médio ganhou e transformou em golo, deixando o Estoril na frente do marcador (2-1) e os dragões à beira de um ataque de nervos. Recorde-se que, no final do jogo, Lopetegui e Brahimi consideraram que o tal penálti foi mal assinalado.

Sem festa

Há imagens que valem por mil palavras e a que Tozé protagonizou, depois de ter deixado o Estoril na frente do marcador, prova isso mesmo. Formado no FC Porto, o médio, de 21 anos, não festejou o tento que assinou, tendo logo elevado e juntado as palmas das suas mãos, como que a pedir desculpa aos adeptos portistas. Ainda assim, Tozé fez questão de juntar as palavras à referida imagem. “É o clube do meu coração e é óbvio que foi difícil para mim”, sintetizou na entrevista rápida, virando-se depois para a equipa que agora representa. “Foi um jogo emotivo para mim, mas tentei ser o mais profissional possível. O Estoril deu-me condições para me sentir bem e saí com sentimento de dever cumprido.”
notícia daqui
títlulo meu

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Quinito




O meu bom amigo Gonçalo Pereira, diretor da "NH/Portugal", outrora meu colega na "Gazeta dos Desportos", a equipa B do jornalismo desportivo português que mais talentos colocou no mercado (e muitos deles ainda andam aí), recuperou esta magnífica capa "oitentista" com Joaquim Lucas Duro de Jesus, de smoking, no Jamor, no comando do Sp. Braga.

Não é a primeira vez, nem será a última, que Quinito é aqui lembrado.

Porque há homens inesquecíveis.

Hoje afastado do mundo da bola, por motivos pessoais, Quinito continua vivo na minha memória.

Não há muitos como ele. E parecido só conheci um: José Mourinho. Por acaso também de Setúbal.
Post de Eugénio Queirós, aqui

Exceptuando o último parágrafo, subscrevo inteiramente este post .
Já agora, os meus parabéns atrasados ao amigo Quinito, que completou ontem 66 primaveras.
Que Deus lhe dê muita saúde e muitos mais aniversários para contar.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Rui Vitória: o alquimista de Guimarães

LUDOPÉDIO
O Vitória de Guimarães tem, desde sempre, o respaldo de uma cidade que não admite dividir o palco com outras cores. E, já se sabe, tem adeptos de uma fidelidade à prova de bala e que, em muitos casos, fazem gala em afirmar-se, até de forma por vezes excessiva, ainda mais vitorianos do que vimaranenses. Mas esta época passou também a ter uma equipa que é das coisas mais cativantes e subversivas que o futebol português foi capaz de criar nos últimos anos. Desde logo por ter ajudado a desmontar o velho conceito de que a competitividade tem obrigatoriamente de rimar sempre com orçamentos relativamente gordos e jogadores com galões.



Para a quebra deste paradigma foi fundamental não só o engenho e a fleuma do presidente Júlio Mendes, mas principalmente a sapiência do treinador Rui Vitória, que – já não restam dúvidas – tem o dom dos verdadeiros alquimistas: desde os tempos nos juniores no Benfica, no Fátima e no Paços de Ferreira que vem conseguindo transmutar jogadores imberbes em craques com muitos quilates. Hoje, quem quiser perceber melhor a pedra filosofal do futebol português tem, obrigatoriamente, de investir também algum tempo no estudo de um Vitória que só gasta três milhões nos ordenados do plantel e segue no terceiro lugar do campeonato no calcanhares do Benfica e do FC Porto e com quatro pontos de vantagem sobre um Sporting de quem fez gato-sapato na última jornada.


O presidente Júlio Mendes prescindiu da remuneração de 70 mil euros


Quando Júlio Mendes tomou posse em abril de 2012, encontrou um clube perto do colapso. O seu antecessor Emílio Macedo (que acabaria expulso de sócio) deixara-lhe um passivo de 24 milhões de euros (entretanto reduzido em dez milhões) e vários meses de ordenados em atraso. Foi necessário negociar com o Fisco e aceitar um administrador judicial (situação já ultrapassada), ficando o clube preso até 2024 à obrigação de pagar ao Estado cerca de dois milhões de euros todos os anos só à conta da dívida. Júlio Mendes cortou a direito. O orçamento que em 2010/11 se aproximou dos dez milhões de euros baixou na época seguinte para cerca de metade e os jogadores com nome feito foram desertando ou sendo empurrados. Uma opção difícil, mas mais fácil de tomar por quem prescindiu da remuneração de 70 mil euros. Mas, se o presidente abdicou de quase todos os anéis, também percebeu a importância de manter um treinador que dá lições de conhecimento e urbanidade (para libertar o stress comprou um par de baquetas e uma bateria, onde descarrega o stress nos momentos mais difíceis, como quando sofreu cinco derrotas consecutivas em novembro de 2013).



O presidente não só o manteve como, entretanto, lhe renovou o contrato até 2016/17, transformando-o numa espécie de “manager” (com poderes alargados à equipa B e à formação). A estrutura foi otimizada com Flávio Meireles (diretor desportivo) e Luís Castro (coordenador), não sendo também difícil perceber o papel determinante do treinador Armando Evangelista na deteção e potencialização dos jovens talentos (o Vitória é campeão nacional de juniores B). Foi já muito à custa deste novo rumo que o Vitória conseguiu o maior feito da sua história, quando em maio de 2013 bateu o Benfica na final da Taça de Portugal. Mas, quase tão marcante, acabou por ser o triunfo de sábado sobre o Sporting. Num jogo em que não podia contar os únicos jogadores verdadeiramente tarimbados (Douglas, Defendi e Moreno), Rui Vitória confirmou por que razão o jornal italiano “Gazzetta dello Sport” o incluiu recentemente entre um restrito lote de “treinadores mágicos” e que do pouco sabem fazer muito. E faltou dizer que qualquer um dos outros escolhidos ( Gary Monk, do Swansea, Roger Schmidt, do Bayer Leverkusen, e Willy Sagnol, do Bordéus) sobrevive num cenário idílico se comparado com aquele com que se debate todos os dias o técnico vitoriano. Dois exemplos entre muitos possíveis: dos 11 titulares do Vitória que destroçaram o Sporting, sete alinhavam há um ano na equipa B (e o número sobe para 12 se levarmos em conta os 18 convocados) e André André, com 25 anos, era o mais velho.



Talisca vale quanto pesa



Talisca tem visão periférica, queima linhas com a mesma facilidade com que devora um sorvete e aquele pé esquerdo tanto serve para o toque subtil e genial como para aplicar uma “raquetada”. É injusto exigir mais a um miúdo de 20 anos (por exemplo, que faça de Gaitán na esquerda…).



Lito Vidigal tem pólvora na frente



A ideia de jogo de Lito Vidigal não prima pela modernidade, mas o Belenenses tem 17 pontos e divide o 4.º lugar com o P. Ferreira. O sucesso assenta na qualidade da frente: Miguel Rosa amadureceu, tal como Fredy, e Sturgeon (20 anos) tem características raras. E Deyverson continua de pé (e cabeça) quente(s).



A esperteza de Miguel Leal



Miguel Leal fez o milagre de fazer subir o Penafiel, mas, no final da época, percebeu que a formatura em Educação Física e os mestrados em Ciência do Desporto e Psicologia deviam era ser rentabilizados em Moreira de Cónegos, onde havia melhor matéria-prima. Venceu o Marítimo no Funchal e segue num tranquilo nono lugar… Foi esperto!



O que se passa no Sporting B?



Alguém consegue explicar o que se passa na equipa B do Sporting? Já vai no terceiro treinador e parece ter deixado de servir para potenciar os jovens promovidos para dar lugar aos erros de “casting”. E do resto da formação nem é bom falar…



Blatter tem muita lata



Blatter saiu apupado e debaixo de bombas de fumo de um colóquio na Universidade de Zurique (e ele até é suíço…). Também foi preciso ter lata para ir lá fazer uma palestra sobre “O futebol como uma escola de vida…”
Bruno Prata no Jornal Record

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Excelente prestação!




Confesso que não estava tão optimista em relação às equipas portuguesas nesta jornada da Champions League
Estão os três grandes  de Portugal de parabéns!, em especial, o FC Porto que já está nos oitavos de final da maior prova do velho continente - uma excelente prestação dos dragões nesta fase de grupos da champions.
 
Nas próximas duas jornadas, tem a palavra leões e águias...

Quaresma grande de mais para figurante

DE PÉ PARA PÉ

1 Há jogadores que atingem mais depressa o coração dos adeptos. Esse caminho costuma apresentar-se mais desbravado para os virtuosos, aqueles que têm o condão de melhorar tudo o que tocam, fazendo as coisas ao contrário do que estamos à espera. Quando juntam eficácia ao brilho de invenções personalizadas que multiplicam vezes sem conta, a plateia declara-os ídolos eternos. Ricardo Quaresma é daqueles magos cuja fantasia inebria plateias ávidas de espetáculo, impulsiona a equipa e atemoriza os adversários. Desenvolveu a cultura de herói com tiques exibicionistas e precisou tanto de calor humano para ser feliz que nunca soube verdadeiramente lidar com o gelo da provocação, da distância e da recriminação sem sentido pedagógico.


2 RQ7 é um talento que excede a folha de serviços que a carreira lhe deu; não é possível avaliá-lo em toda a dimensão olhando só para números e títulos, porque eles escondem um arsenal inesquecível de obras-primas, truques e milagres repetidos até à exaustão e que já fazem parte da memória coletiva de quem os viu e viveu. Sempre foi um jogador especial, um extravagante com orgulho na arte que domina, para quem o barulho das bancadas e o reconhecimento dos companheiros são quase tudo na vida. RQ7 não cumpriu o destino de chegar ao topo do mundo, mas nem isso aliviou a defesa contundente do que interpretou como ataques vindos de cima a prestígio, admiração, paixão e demais conquistas obtidas num percurso longo e quase sempre sofrido.


Senhor de fortíssimo poder hipnótico, precisa de calor humano para ser feliz


3 Símbolo do FC Porto na última década, RQ7 não pode ter rédea solta para fazer o que lhe apetece; mas também não pode ficar à mercê de decisões que desrespeitem o brilho do seu passado e belisquem a qualidade do seu presente. Julen Lopetegui, homem experiente, ambicioso e com boa formação, está obrigado a defender as suas ideias. Mas deve identificar também (e fê-lo certamente) a grosseria, o desrespeito e o confronto inerentes à provocação de obrigar um ídolo, ainda em estado de graça pelo regresso a casa, não a sentar-se no banco mas a jogar apenas um minuto em Lille; ou a deixá-lo, uma semana depois, aquecer durante 45 minutos sem o fazer entrar; ou ainda tirá-lo ao intervalo de um jogo em que nada correu bem à equipa (em Alvalade) e não convocá-lo a seguir, sugerindo a individualização do fracasso.


4 Quaresma é um artista grande de mais para ser mero figurante; uma figura maior que até aceita jogar sob tortura, enfrentando os sopros gelados da incompreensão, mas que se revolta perante a desconfiança de quem devia dar graças a Deus por tê-lo do seu lado; um soldado de elite que assume sempre as responsabilidades, luta pela inspiração e recusa jogar só para salvar a pele. Senhor de fortíssimo poder hipnótico, aos 31 anos é tarde para ser domesticado nos princípios mais sagrados da existência – muitos explicam por que não foi uma estrela mundial mas, se não abriu mão deles quando era novo e estava no auge, não será agora que vai fazê-lo. Feito o balanço, só um fenómeno pode enfrentar a enésima travessia do deserto sem diminuir a aura que, afinal, o acompanhou desde o início da viagem: a de um génio do futebol.


Paulo Fonseca não fechou a porta


Paulo Fonseca falhou no Dragão mas, ao contrário da esmagadora maioria de quem fracassa num grande clube, não matou a esperança de voltar a conduzir um Ferrari. Basta olhar para a classificação (o quarto lugar não engana) e ver o Paços de Ferreira jogar – uma equipa que domina todos os momentos do jogo e tem jogadores que, de tão confiantes, confortáveis e felizes, estão a expressar-se acima das capacidades que julgavam ter. Era de facto lamentável que um treinador como Paulo Fonseca, aos 41 anos, visse definitivamente fechadas as portas do paraíso.


Clone perfeito do velho André


André André tem os genes de um dos mais notáveis futebolistas portugueses de sempre (o pai foi internacional e campeão europeu pelo FC Porto). O ofício aprendeu-o pelo caminho, condicionado pela pesada herança de um nome grande, e só agora, em idade perfeita para se afirmar (25 anos), conjugou os argumentos necessários à construção de um grande médio. É o alicerce mais sólido, o barómetro e o dínamo que faz disparar o sensacional V. Guimarães de Rui Vitória. Vê-lo correr, posicionar-se e jogar confirma que é o clone perfeito do velho André. Logo, é um craque a ter em conta.


De Sturgeon para Miguel Rosa


Fábio Sturgeon fez um último esforço para não deixar a bola sair pela linha final. Mas fez mais: transformou uma decisão estritamente física num grande momento de futebol, cumprindo a máxima de que um atleta quando chega acaba, enquanto um futebolista quando chega começa. O jovem belenense, cujo talento é tão indiscutível quanto o futuro brilhante que tem pela frente, fez um cruzamento sublime para a entrada fulminante de Miguel Rosa. O extremo fez então de ponta-de-lança: atacou a bola, saltou, parou no ar e executou cabeceamento perfeito. Parecia que tinha 2 metros. Só tem 1,78 m.
Rui Dias no jornal record

«Onzes e sistemas oficiais de Sporting e FC Porto»

Aqui ficam os onzes e sistemas oficiais de Sporting e FC Porto para os jogos de hoje da Champions League.
 

Jorge Jesus dá Show de Humor

O "posicionamento" do líner é a epifania do momento

Este futebol tuga está sempre a surpreender-nos.
Agora o que se discute não é se uma decisão foi bem ou mal tomada.
O que está em cima da mesa e na boca dos paineleiros é o posicionamento dos árbitros assistentes, outrora chamados liners ou bandeirinhas, no momento da decisão de foras-de-jogo.
Aposto que a seguir vão começar a pôr em causa a forma como o 4.º árbitro levanta as placas.
Post de Eugénio Queirós, aqui

terça-feira, 4 de novembro de 2014

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A remuneração do Conselho de Administração

Foi uma das questões mais debatidas desde a saída do R&C de 2013-14: os salários do Conselho de Administração da SAD, numa época em que só foi conquistado um título (a Supertaça) e que terminou com o maior prejuízo da história da FC Porto SAD.

O salário fixo de Pinto da Costa:
oito vezes menos que Jorge Jesu
s
Recordando: em 2012-13, o FC Porto foi tricampeão, sem qualquer derrota na época em questão; foi aos oitavos-de-final da Liga dos Campeões; venceu mais uma Supertaça (o terceiro mais importante troféu do calendário nacional, na medida em que só chega a disputar a Supertaça quem ganha um dos outros dois mais importantes - Campeonato ou Taça de Portugal); terminou a época com um lucro de 20,3M€ na SAD. Em 2012-13, houve uma remuneração fixa de 1,12M€, além de 896 mil euros em gratificações.

Já em 2013-14, época com apenas uma Supertaça conquistada, um desolador 3º lugar no Campeonato, uma campanha europeia para esquecer (tanto na Champions como na Liga Europa) e derrotas com o Benfica na Taça da Liga e na Taça de Portugal, além do maior prejuízo da história da SAD (40M,7€). O Conselho de Administração da SAD recebeu, por esta época, 1,401.5M€ de remuneração fixa, além de 896 mil euros em gratificações.

Que Pinto da Costa, o presidente mais titulado da história do futebol mundial, tenha uma remuneração fixa bruta anual que é um oitavo do que recebe Jorge Jesus, não choca. Aliás, choca: devia receber bem mais. O questionável é um aumento do salário fixo de 30% quando comparado com as épocas desportivas anteriores (e financeiras - estamos a falar de uma diferença de 60M€ entre um exercício e outro, independentemente de 2013-14 não incluir as mais-valias necessárias), ainda que em 2013-14 tenha reforçado a sua posição de acionista. 

Reinaldo Teles, Adelino Caldeira e Angelino Ferreira também tiveram um aumento base de 19,5%, sendo que no caso do ex-responsável pela pasta financeira a remuneração ficou-se pelos 225,5 mil euros, pois foi substituído por Fernando Gomes, que recebeu 82 mil euros por 4 meses de trabalho. A remuneração de Antero Henrique não é revelada, por não pertencer ao CA.

Recuando a 2011-12, época de campeonato e Supertaça, a remuneração fixa foi a mesma de 2012-13: 1,12M€. Em 2010-11, o mesmo: 1,12M€. O que reforça a questão: porquê o aumento da remuneração fixa naquela que foi a pior época financeira da história da SAD e uma das piores a nível desportivo?

De realçar que em 2013-14, entre remuneração fixa e variável, a administração recebeu 2,297.5M€. Em 2010-11, época de Campeonato sem derrotas, Supertaça, Taça de Portugal e Liga Europa, o pagamento foi de 3,08M€, a grande parte em variáveis (e bem merecidas). Uma diferença que se explica pelo sistema na altura aplicável.

Ser campeão nacional dava direito a 75% de prémio sobre o salário bruto. Ser 2º ou 3º classificado valia 50% de bónus (se o objectivo assumido é ser campeão, e se se prepara uma época para isso, não faria sentido o 2º ou 3º lugar dar direito a remuneração variável - daí que o CA tenha renunciado a este direito desde 2008). Ganhar a Liga Europa dava direito a 100% de variável e a Champions a 120%. Estas variáveis deixaram de ser aplicáveis e a SAD informou que já não prevê prémios anuais predefinidos.

Sobra a questão: quais os benefícios de se renunciar aos prémios anuais predefinidos se numa época de 40,7M€ de prejuízo, sem objectivos desportivos cumpridos, consegue haver aumentos salariais entre 19,5% e 30% na remuneração fixa e as gratificações não sofrem alterações?

Que todo o Conselho de Administração do FC Porto - e se for preciso também Lopetegui - não chegue a ganhar tanto como Jorge Jesus, até justifica o aumento. Mas se houve um aumento em 2013-14 quando nada o justificava - nem o contexto financeiro, nem o desportivo -, que os juros sejam aplicados em 2014-15. Em títulos e na recuperação financeira e do prestígio europeu, claro.
Post daqui

António Oliveira com a bola nos pés era impressionante...



consulte o currículo de António Oliveira como jogador, aqui.
Alguns vídeos sobre António Oliveira:

«O blogue do Nuno Farinha»



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


Nuno Farinha é um conceituado jornalista do record e, também, administrador do blogue Campo Novo (inserido nos excelentes blogues do record).
É um blogue muito frequentado, em especial, pelos 'simpatizantes' do Barcelona, mas, nem só.
 
Passaram-se praticamente 10 dias da derrota do Barcelona no Santiago Bernabéu e, nada de posts sobre esse jogo.
Também já se passaram quase 48 horas da derrota do Barcelona em casa com o Celta e, nada de posts sobre esse jogo.
 
Caro Nuno!, assim, 'não dá'... , os leitores merecem saber a sua opinião sobre o momento actual deste colosso mundial de nome Barcelona.

«Faltou muita coisa em Guimarães, a começar pela cor do equipamento»

Para Carlos Xavier, o desastre do Sporting em Guimarães, diante do Vitória, deveu-se a falta de entrega, mas começou na cor do equipamento utilizados pelos leões na partida que terminou numa humilhante derrota por 3-0.

"Ninguém estava à espera que corresse assim tão mal, era impensável. Faltou muita coisa em termos de entrega e atitude, mas eu começaria pelo equipamento, que também não ajuda. Jogar de amarelo não tem nada a ver. Os adversários quando vêem a equipa de verde é diferente", salientou a antiga glória dos leões em declarações à Antena 1, acrescentando que a proximidade do jogo com o Schalke 04, na quarta-feira, não teve qualquer influência:

"Era muito mais importante a vitória em Guimarães. Os jogadores têm de pensar jogo a jogo. Agora, o jogo do Schalke vem se calhar na melhor altura, para a equipa se redimir, até de vingança por aquilo que aconteceu na Alemanha."
Realmente não lembra ao diabo?!, aliás, não entendo o porquê do Sporting nesta época nem utilizar os calções pretos no equipamento principal.
As questões de marketing ultrapassam-me em relação ao Sporting, não percebo.
Vemos os rivais FC Porto e Benfica com o seu equipamento principal e, sempre sem tirar uma das cores, mas enfim...

domingo, 2 de novembro de 2014

Mourinho: «Jogar em Stamford Bridge é o mesmo que jogar num estádio vazio»

 
José Mourinho abriu uma nova frente de confrontação, desta com os adeptos do Chelsea, após a vitória (2-1) sobre o QPR, em Stamford Bridge. O treinador português queixou-se de ter jogado num "estádio vazio", apesar de 41.486 terem estado nas bancadas a ver a partida.

"Neste momento, é difícil jogar em casa porque é o mesmo que jogar num estádio vazio", disse Mourinho ao "Talksport". "Só quando marcámos percebi que o estádio, afinal, estava cheio."

Mas o técnico português foi ainda mais longe, quando falou do responsável pela iluminação de Stamford Bridge, que só ligou a luz depois do guarda-redes do QPR, Rob Green, ter pedido ao árbitro para o fazer. 

"Penso que o homem responsável pela luz tinha a mesma disposição da claque, porque toda a gente estava a dormir", disse Mou. "Ele levou 20 minutos a perceber que estava escuro, mas eu levei 30 para perceber que o estádio não estava vazio." 

Entretanto, as reações de adeptos do Chelsea nas redes sociais não se fizeram esperar. Muitos pedem a Mourinho para calar a boca, outros concordam com os reparos e outros ainda pedem-lhe para cantar sozinho.
notícia daqui
 
Será que Mourinho ainda não percebeu que os adeptos do Chelsea  gostam de ganhar mas também gostam de futebol espectáculo (faz parte da cultura inglesa) ?!...
Claro que percebeu, esta conversa da 'treta' é apenas para ter o apoio dos adeptos a todo o custo.
Continua o maior nos 'mind games'...

Marcello Lippi encerra carreira como treinador



Depois de ter vencido o seu terceiro título chinês consecutivo, ao serviço do Guangzhou Evergrande, Marcello Lippi colocou um ponto final na sua carreira de treinador:

«Não quero treinar mais, estou demasiado velho para isso. O Guangzhou Evergrande terá um novo treinador na próxima época. Vou continuar a ajudar o staff como diretor técnico», afirmou o treinador de 66 anos, citado pela imprensa italiana.
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Títulos como treinador:

Campeonato do Mundo pela Itália
1 Taça Intercontinental
1 Champions League
1 Supertaça Europeia
5 campeonatos de Itália
1 Taça de Itália
4 Supertaças de Itália
1 Liga dos Campeões da Ásia
3 Campeonatos da China
1 Taça da China
1 Supertaça da China

«A história dos mundiais de 1966 a 1998 em vídeo»

Eu e muitos amigos mais próximos, nascemos e crescemos até à idade adulta vendo Portugal fora das grandes provas europeias.
Nestes mundiais, só lá estivemos em 1966 com uma excelente prestação dos magriços e, em 1986! Mesmo assim, este último foi de má memória para os portugueses.
 
Ainda bem que temos algumas 'ferramentas' à nossa disposição para recordarmos boas selecções e excelentes jogadores.