segunda-feira, 30 de junho de 2014

um olhar por esta fase do mundial



com muita pena minha, Fernando Santos e a selecção grega não conseguiram seguir em frente no jogo de ontem com a Costa Rica - uma verdadeira surpresa neste mundial, não tanto pelo que jogou ontem, mas, pelo que fez na fase de grupos e, pela competência no desempate das grandes penalidades.
 
as grandes penalidades pedem concentração, técnica e muito 'sangue' frio..., sorte, era no tempo da moeda ao ar.
 
adivinha-se uns quartos de final deveras emocionantes - um jogo entre Alemanha e França com o vencedor a jogar com o Brasil na meias-finais, sim, porque, não estou a 'ver' que a Colômbia consiga tirar a 'mija' dos brasileiros.
 
na outra meia final, provavelmente um jogo entre holandeses e argentinos.

domingo, 29 de junho de 2014

«Fernando Santos continua a fazer história»

Fernando Santos poderá entrar hoje para a história como o primeiro treinador português a levar uma selecção aos quartos de final de um mundial. Um feito já foi conseguido, levar a Grécia pela primeira vez aos oitavos de final de um mundial. Força amigo!, há que acreditar até ao último segundo.
 
Fernando Santos: "Costa Rica recorda-me a Grécia 2004"
Fotografia © Reuters
O selecionador da Grécia, o português Fernando Santos, afirmou que a Costa Rica, sua adversária nos oitavos de final do Campeonato do Mundo, a faz lembrar a seleção helénica do Euro 2004.
 
"A Costa Rica recorda-me a Grécia em 2004, uma seleção que chega com poucas fases finais. É uma das razões para a qual temos de ter especial atenção", advertiu Santos, antevendo o encontro que vai ser disputado em Recife, na Arena Pernambuco, a partir das 17:00 locais (21:00 em Lisboa).

Fernando Santos sublinhou a necessidade de a Grécia estar "atenta ao contra-ataque da Costa Rica", admitindo, no entanto, que essa é também a forma que a sua equipa se sente "melhor" a jogar.
"Temos de estar tão bem ou melhores [do que na fase de grupos] para poder superar um adversário de grande valia", frisou.

Questionado sobre o inesperado apoio que os adeptos brasileiros prestam aos adversários da Grécia, o português ironizou: "Espero que continue assim [por mais jogos], mas tenho pena, porque partilho a língua deles".     
daqui

sábado, 28 de junho de 2014

Brasil pronto para o primeiro mata mata?!...

a selecção brasileira está pronta para o primeiro mata-mata?!, hoje, em Belo Horizonte, frente à selecção chilena? eu, pessoalmente, continuo esperando o melhor Brasil desta copa!...
 
todo o cuidado é pouco!,...esta selecção do Chile está a surpreender e não era de 'espantar' que o Brasil ficasse já pelo caminho nos oitavos de final.
 
razão? estão a jogar pouco e só o grande pulso/motivação do sargentão poderá inverter esta tendência.
 
a primeira grande final é hoje,...Scolari e o resto da 'rapaziada' tem uma palavra a dizer.


sexta-feira, 27 de junho de 2014

« o que não se sabe ainda da nossa selecção»
























caros leitores, o blogue futebol total - como não poderia deixar de ser -, vai fazer uma análise à prestação da nossa selecção no presente mundial, hoje, não é o dia.

que a prestação foi má, todos nós já sabemos, mas, ainda me 'faltam' alguns 'dados' deveras importantes para elaborar um post com cabeça, tronco e membros.

alguns já o fizeram, ou melhor, já fizeram o que melhor sabem - dizer mal de tudo e de todos sem saber o que realmente se passou no mundial do Brasil.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

«Humberto Coelho mais uma vez desmascarado»

este post em baixo, do amigo António Boronha, só é novidade para quem não acompanhava o seu blogue há uns poucos anos atrás. este espaço fez muita falta na blogosfera, sem dúvida alguma, mas, António Boronha, hoje, no seu facebook, revela mais umas 'estórias' engraçadas.
 
se quiser 'matar' saudades do blogue em questão, clique aqui, e sobre Humberto Coelho, mais 'estórias da bola', aqui (pode entrar no blogue, o aviso que consta, foi um 'boicote' feito ao administrador do blogue, que foi obrigado a mudar de 'residência').
 
 
Post do facebook de António Boronha:
 
"Gana envia para o Brasil 2,2 milhões de euros para os jogadores defrontarem Portugal
O dinheiro viajou num avião fretado para o efeito e era uma exigência dos internacionais ganeses para não faltarem à partida contra os portugueses."
[no 'Público', há minutos]

Indignados com a ganância dos ganeses?...
Com o mercenarismo subjacente a esta exigência que nada tem a ver com a defesa das cores de um ...
país?...
Então deixem-me contar-lhes esta 'estória' verdadeira.
No dia 5 de Junho de 2000, segunda-feira pelas 8.30 da manhã no Hotel Tivoli onde nos encontrávamos concentrados, dia da partida da 'Seleção Nacional' de futebol para o 'Euro 2000' aprazada para as 15.30, o então seleccionador nacional Humberto Coelho abordou-me e disse-me, liminarmente:
- 'Ou vocês me pagam, também, a quantia de 6.000 contos (mais ou menos 30.000€, hoje) ajustada para todos os jogadores ou...não embarco para a Holanda!'.

 Estupefacto perante a 'chantagem' contestei-lhe que os valores que (ele) iria receber, decorrentes da nossa participação no 'Europeu', estavam desde há muito contemplados no contrato que livremente celebrara com a FPF/Gilberto Madail pelo que nada que envolvesse esse assunto, naquele momento, deveria ser colocado em cima da mesa.
Respondeu-me: 'A minha decisão é irreversível! Fala com o Madail.'
Assim fiz.
Dispensando-os à sordidez dos restantes pormenores digo-lhes que pelas 14.30 da tarde, no 1º andar de um espaço no Parque das Nações, junto à escada rolante e na minha presença, no local onde tinha acabado de ser servido um almoço de despedida à comitiva nacional, o então Presidente da Federação disse-lhe:
'O que você está a exigir não é legítimo nem oportuno! Contudo, atendendendo à delicadeza do momento, eu vou ceder. Mas, atenção!, O assunto fica entre nós e livre-se de comunicar esta minha condescendência aos outros elementos da equipa técnica!.'
E assim lá fomos para a Holanda cantando e rindo, levados, levados sim.

Continuam indignados com a ganância dos ganeses?...
Com o mercenarismo subjacente a esta exigência que nada tem a ver com a defesa das cores de um país?...
Eu, não!

terça-feira, 24 de junho de 2014

Parabéns a Fernando Santos!

O amigo Fernando Santos está de parabéns pelo apuramento da Grécia para os oitavos de final deste mundial.

É a primeira vez que os gregos chegam aos oitavos de final de um mundial!,...e logo com um técnico português ao seu comando.

Atrevo-me mesmo a afirmar, que pelo menos até aos quartos de final Fernando Santos ficará por terras brasileiras.

A Costa Rica já surpreendeu muita gente!,... mas não os 'vejo' a eliminar esta experiente selecção grega.
É por estas e por outras, que tenho orgulho em ser português. Obrigado mister!!!

Uma autêntica besta!

Este Suarez é uma autêntica besta!,...e já não é a primeira vez que vai para 'cima' dos adversários à dentada.
Chiellini, também não é um Santo, mas que diabo?!...o que é demais enjoa.



segunda-feira, 23 de junho de 2014

respeitem esta selecção

sinceramente, não sei se é ignorância ou falta de vergonha na cara para se analisar com maldade a prestação da nossa selecção, quando matematicamente ainda há hipóteses de apuramento para os oitavos de final.
 
é difícil, eu sei!, mas não é impossível.
o que mais me irrita nos programas televisivos, nas redes sociais e, não só, é que quem o faz com mais ênfase, é gente do futebol, jogadores, antigos jogadores, treinadores e jornalistas de 'alto' (?) gabarito. toda a gente tem direito a opinião, mas há que ter cuidado e ter 'tento na língua'.
 
e, que tal, deixarem essas análises para quinta-feira após o jogo com o Gana?!...
 
nem que seja só por respeito para quem lá anda representando o país e que muitas alegrias já nos deu.
 
por enquanto, era só isto!

«Portugal ligado às máquinas»

Silvestre Varela, tal como no último europeu (as circunstâncias foram outras, eu sei) conseguiu garantir no último minuto o empate perante a selecção dos Estados Unidos da América e, assim sendo, vamos para a última jornada com hipóteses matemáticas no apuramento.
 
só um 'milagre' nos salva...

...mas, eu ainda acredito enquanto as hipóteses matemáticas assim o permitirem.
depois, sim, analisa-se todos os aspectos. Portugal!, hoje e sempre!!!
 
agora, para final de post e, para desanuviar, um comentário com o espírito da perseguição à boa maneira portuguesa:
 
- não vivendo com o tal espírito da perseguição (o empate entre Alemanha e USA serve aos antigos colegas de banco no mundial 2006), vejo também, que, Khedira e Ozil poderão ajudar CR7.
temos de golear o Gana. a esperança é a última a morrer.
atenção!, estou a 'falar' com o coração e não com a razão. lol!

sábado, 21 de junho de 2014

Duas vitórias para chegar aos "oitavos"

PORTUGAL NÃO PRECISA DE TERCEIROS PARA SE APURAR PARA A PRÓXIMA FASE DO MUNDIAL
O empate (2-2) do Gana com a Alemanha acabou por passar a bola para o lado de Portugal, no que respeita à luta pelos oitavos-de-final do Mundial'2014. Com este resultado, a Seleção Nacional precisa "apenas" de duas vitórias para garantir um lugar na outra fase, independentemente de qualquer outro resultado das restantes equipas que compõem o Grupo G. Mais: se somar 6 pontos e Alemanha e EUA empatarem entre si, terminará em 1.º lugar!


Passamos a explicar: nesta altura, a Alemanha lidera com 4 pontos, seguida de EUA (3), Gana (1) e Portugal (0). Um triunfo no domingo sobre os norte-americanos colocará a equipa das quinas lado a lado com a formação de Jurgen Klinsmann. Como na última jornada haverá um encontro entre Estados Unidos e Alemanha - e partindo, obviamente, da condição "sine qua non" de chegar aos 6 pontos para que esta lógica faça sentido -, tal significa que as duas nunca poderão atingir simultaneamente os 6 pontos.


Empate entre alemães e ganeses ajudou Portugal
Este era, aliás, um dos grandes receios dos portugueses, na medida em que se a Alemanha tivesse batido o Gana chegaria aos 6 pontos e teria o apuramento no bolso, o que permitiria um eventual "biscotto", no sentido de ajudar Jürgen Klinsmann (que, como se sabe, é alemão...) ao deixar os EUA ganharem esse jogo e somar 6 pontos. Como a diferença de golos de Portugal, em todos os jogos (primeiro critério de desempate) parece difícil de contrariar, Alemanha e EUA seguiriam em frente. Com este resultado, os germânicos não se podem dar ao luxo de perder ou arriscam-se a ficar de fora. Teorias da conspiração que, por vezes, passam mesmo para o relvado...

Até podemos terminar em 1.º...

Para além dos "oitavos", Portugal pode até chegar ao primeiro lugar vencendo os dois jogos que restam, sem se preocupar uma vez mais com a questão dos golos. E aqui as contas também são simples. Uma igualdade entre EUA e Alemanha deixaria as duas equipas com 4 e 5 pontos, respetivamente, sempre abaixo dos 6 de Portugal.

Por outro lado, um triunfo dos EUA significaria que os norte-americanos terminavam com os mesmos pontos de Portugal mas, para já, a diferença de golos ainda favorece a turma de Klinsmann, o que significa que seria necessários mais golos portugueses, num cenário reversível mas mais complicado. Só o triunfo da Alemanha na 3.ª jornada arredaria por completo Portugal do 1.º lugar (7 contra 6 pontos).

Reverso da medalha

Por outro lado, o empate de hoje teve o condão de permitir que, para já (se Portugal perder amanhã está fora...), todas as seleções possam chegar à última jornada em condições de seguir em frente... ou ir para casa. Tal significa que o Gana irá enfrentar Portugal motivado por ainda ter esperanças, dificultando certamente a tarefa portuguesa.

E se amanhã houver empate?

Portugal, já se sabe, será eliminado se perder contra os EUA mas um empate mantém a Seleção Nacional na corrida, ainda que as esperanças diminuam de forma significativa. Se assim for, a formação de Paulo Bento terá de bater o Gana na última jornada e, ao mesmo tempo, anular uma desvantagem de 6 golos. Isto é, se vencesse os africanos por 1-0, teria de esperar por uma goleada da Alemanha por 5-0 e por aí adiante.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Bandeira de uma revolução

DE PÉ PARA PÉ
 
1 - Se o futebol tem início no médio-centro, como defende José Antonio Camacho, então nenhuma das seleções que estão no Mundial começa tão bem como a Itália. Aos 35 anos, Andrea Pirlo confirmou com a Inglaterra que é o melhor naquela função, consolidando o estatuto de figura mais representativa do lote restrito que marcou a história do jogo a partir da zona central. Ele e Xavi são descendentes diretos de uma dinastia que teve em Guardiola, Redondo e Paulo Sousa expoentes máximos de um tempo (finais dos anos 80 e quase toda a década de 90) que, entre muitas outras coisas, serviu para engrandecer tarefa que alguns treinadores denegriram em nome de valores menores como limpeza, músculo e despudor.


2 - Pirlo lança as bases de um estilo que orienta a equipa – já lá vai o tempo em que a squadra azzurra se orientava por uma proposta mesquinha, traiçoeira, que mutilava o futebol como espetáculo e expressão de arte. Hoje, as equipas que defende (Itália e Juventus) giram à volta do seu génio criativo, expresso pela via do engano mas também pela perfeição com que executa o senso comum. É aí que entra a cumplicidade dos companheiros, que nele acreditam e nele se inspiram. Quando pega na bola, levanta a cabeça e se propõe acionar o jogo, tudo pode acontecer, porque não há limites para os milagres na colocação à distância e na precisão das solicitações para zonas mais adiantadas e problemáticas. Quando Pirlo é igual a si próprio a conclusão é sempre coletiva: “Que bem joga a Itália!”


3 - Está em campo com a altivez de quem encara o jogo como se estivesse no segundo balcão, com panorama para decidir bem. Sente-se herdeiro dos melhores médios-centro da história e joga com a distinção que carateriza essa raça de artistas. Exerce como líder silencioso, dando o exemplo, porque sacraliza o treino e aprende todos os dias; porque é jogador de manhã, à tarde e à noite e gosta tanto da bola que deseja sempre tê-la nos pés, mesmo quando está debaixo da mais intensa pressão. É tão correto a decidir e tão perfeito a executar os gestos mais complicados que causa desde logo um impacto significativo: despoja o futebol de toda a impureza. Na zona de definição, é tão cordial e elegante; revela tanta nobreza e talento que até os adversários se sentem reconfortados por repartir o relvado com ele.


4 - Pirlo é o símbolo de uma Itália que recusa o legado do catenaccio e tem procurado destruir a ideia segundo a qual jogava apenas para sobreviver. Ele é a bandeira de uma revolução tranquila que fez evoluir a inteligência tática, entendida como fim em si mesmo, para suporte de um conceito que visa aproveitar o que o futebol tem de mais apaixonante: sentido de aventura; orgulho de lutar de peito aberto; disponibilidade para libertar o instinto e agir de modo a criar condições para a exaltação criativa de cada um. Pirlo é o rosto de um ciclo que permitiu à squadra ser resgatada, primeiro por Marcello Lippi e agora por Cesare Prandelli, ao tempo das cavernas. A Itália agradece-lhe a recuperação da dignidade; o futebol rende-se a tanto talento, seguro de que vai ficar a dever-lhe uma “Bola de Ouro”. Aquela que, em 2006, entregou a Fabio Cannavaro.


O que mudou ao minuto 65


Hoje e sempre há jogos (cada vez menos, é verdade) decididos pelo talento de um homem só


Messi enredara-se numa teia de sucessivos erros, provocados pelo acerto adversário, pela sua própria desinspiração e pela hostilidade de bancadas que o temem, logo tudo fazem para desestabilizá-lo. A ideia de que o resultado também pode ser coisa de um génio perturba quem analisa o futebol na eterna busca de explicações científicas e táticas para cada facto. O que mudou aos 65 minutos do Argentina-Bósnia? La Pulga não quis saber do cenário de dificuldade, pegou na bola e fez um daqueles golos que, nos dias de hoje, só ele sabe marcar. Apenas isso.


O génio delicado de Arjen Robben


A Holanda mostrou argumentos como outsider muito perigoso. Um deles absolutamente temível


Robben suscita duas sensações extremadas: fascínio pelo futebol grandioso que lhe confere lugar entre os melhores do Mundo; desperdício de um génio que raramente se expressa em períodos muito longos. Há dez anos cruzou-se no Chelsea com José Mourinho, que se fartou das pequenas mazelas, das dores sem razão, dos maus jeitos nas costas... É delicado como um cristal e diminui-se muitas vezes sem razão aparente. A verdade é que se jogar no próximo mês como frente à Espanha será mais fácil medir a sua dimensão como craque. E a Holanda terá uma palavra relevante a dizer no Mundial.


Podiam ter sido mais de quatro


As coisas que nascem tortas tarde ou nunca se endireitam. O estado de alerta foi decretado


A tragédia com a Alemanha conheceu responsabilidades nas mais diversas dimensões: um árbitro miserável, incompetente, demagogo e preconceituoso, sintetizado em duas decisões que definem o seu trabalho (penálti a favor dos alemães e expulsão de Pepe); muitas falhas individuais acumuladas que impediram o coletivo de funcionar; a infelicidade de lesões que limitaram ainda mais a intervenção de Paulo Bento. Tanto fator desfavorável seria sempre difícil de ultrapassar, incluindo com adversários mais modestos. Como do outro lado estava a Alemanha, foram quatro. E podiam ter sido mais.
Rui Dias no jornal record

quarta-feira, 18 de junho de 2014

terça-feira, 17 de junho de 2014

«Há dias em que não se deve sair de casa»

há dias em que não se deve sair de casa, hoje, foi um desses dias para os jogadores portugueses.
 
não podemos é ter a memória curta, esta gente (a maioria) foi a mesma que no último europeu entrou a perder com a Alemanha - outro resultado e outra 'postura', é certo - e chegou às meias finais do último europeu, só não chegando à final porque perdemos nos penalties com a Espanha - bi campeã europeia e campeã mundial.
 
adiante,
 
há que analisar o que correu mal e tentar o 'milagre' do apuramento para os oitavos de final.
sim, leram bem, o 'milagre'... porque não estou a ver que tenhamos a mesma sorte que tivemos no último europeu na fase de grupos. é que agora há mais gente lesionada e alguns que não estão nas melhores condições físicas.
 
já se fala que há muito para mudar para o próximo jogo, não concordo!, toda a gente esteve mal hoje, desde aquela fífia de Patrício que ia dando em golo, aos passes mal feitos de Bruno Alves, Ronaldo, João Pereira, André Almeida, Moutinho e outros mais. não se pode mudar uma equipa inteira.
 
nem me quero referir à imprudência de Pepe, mau demais para ser verdade.


o que há a fazer é tentar 'levantar' a moral das 'tropas' e ganhar o jogo aos Estados Unidos - uma verdadeira final para nós, só a vitória interessa.
 
para azar, já basta o resultado de hoje e as lesões todas que tem apoquentado grande parte dos jogadores da nossa selecção.

P.S. Ronaldo quer ajudar mas todos já perceberam que ele ainda não está a 100 por cento.
justificar a derrota com a arbitragem é mesquinhez a mais. quem diz que o lance de João Pereira não é penalty e que Pepe é mau expulso, só pode estar de má fé.
penalty sobre Éder? É possível que sim...
vejam o lance do penalty do João Pereira, se possível, num bom plasma e em HD!... e depois digam-me a que conclusão chegaram.

domingo, 15 de junho de 2014

«É o que faz ter o melhor empresário do mundo»

depois de alguém ter dito que tinha visto um porco andar de bicicleta, mais nada me 'espanta'.
 
ou melhor,
 
fiquei 'admirado' (talvez 'espantado' seja a palavra certa) há poucos dias!...
....então não é que vi numa televisão perto de si, três treinadores de 'renome' sentados numa mesa e um jornalista (que até entende de futebol) analisando um jogo do mundial num plasma da estação?!
 
ele é com cada uma que até me medo ao susto?!!!

Arbitragens são uma fraude

PRESSÃO ALTA
Aarbitragem do japonês Yuichi Nishimura, no jogo inaugural do Campeonato do Mundo, deixa claro por que razão os máximos guardiões do futebol querem conservar o sistema de nomeações tal e qual como se apresenta na maior parte dos países do Planeta, e não pode evitar a conclusão segundo a qual, por todos os motivos, e principalmente pelas tensões sociais à volta da competição, o Brasil não poderia deixar de ganhar o jogo de abertura. O (falso) penálti, que virou o encontro a favor da canarinha, foi um penálti político. Um penálti de celebração da união entre a FIFA e Dilma. Um penálti de conveniência. Um penálti para segurar o Mundial e o povo. Um penálti para animar as gentes. Um penálti para (tentar) sossegar os espíritos mais rebeldes. Um penálti para garantir o negócio. Um penálti de pouca-vergonha. Um penálti que justifique os 14 mil milhões gastos na Copa. Um penálti salvador. Um penálti que não nos deixa olhar, suavemente, para o jogo e só para o jogo. Um penálti que não nos pára de fazer recordar a máquina (perversa) que está ao serviço do negócio. Se alguém tinha dúvidas, depois do jogo inaugural do Campeonato do Mundo, o Brasil precisa de ser levado ao colo. Por Blatter. Por Dilma. Pela manutenção do embuste à escala mundial. E pela paz (podre, podríssima).


Oárbitro para o primeiro jogo da Copa, que envolvia o Brasil, nunca poderia ser sorteado. O árbitro para o primeiro jogo da Copa não poderia ser, provavelmente, um dos árbitros com melhor currículo. Por isso, vence o critério da nomeação. Suficientemente subjectivo para ser aplicado conforme o interesse específico. Por isso, à escala global, os critérios das nomeações são pouco escrutinados e debatidos. Resistem a discussões de massas e de cafés. Até se divertem com isso. No Brasil-Croácia, apareceu um árbitro japonês. Com 42 anos e fraco currículo para um árbitro FIFA. E com alguns episódios envoltos em polémica. Estava a Croácia a surpreender, num período de ligeira retoma da selecção brasileira, quando apareceu – segundo a própria crítica verde-amarela – o “anjo japonês”. Lovren toca no ombro de Fred e este atira-se para o chão. Árbitro assinala o castigo máximo. Castigo máximo é uma boa expressão. Não há castigo maior do que uma equipa se ver privada de discutir o jogo pelo jogo por causa de erros grosseiros de arbitragem. Neymar transforma o penálti. O Brasil respira de alívio. Dilma sorri. Blatter sossega. Niko Kovac, treinador da Croácia, diz que o Mundial pode tornar-se um circo...


Mas ainda alguém tem dúvidas de que o futebol é e continuará a ser um circo, uma permanente degola dos crédulos e inocentes, enquanto não se achar uma solução para se impedir que os árbitros consagrem os chamados poderes invisíveis? O futebol é um jogo maravilhoso. Não pode continuar a ser desvirtuado na sua verdade desportiva, mantendo a arbitragem cristalizada, no sentido oposto à evolução das sociedades, em cada dia mais actualizadas em função do aprimoramento das ferramentas tecnológicas.


Ofutebol não é apenas um jogo que não merece este atavismo. É um jogo de milhões. É esse jogo de milhões que muita gente já percebeu que é um jogo de enganos. Principalmente para as pessoas que apenas querem ver o jogo. A FIFA, acusada por todos os lados de ser uma das maiores promotoras de corrupção à face do Planeta, não quer mexer num assunto tão simples.


Este assunto da arbitragem, que deveria ser um exercício de rigor, talvez se enquadre na génese da FIFA e na sua incapacidade de se regenerar. Não se pode aceitar que se relativize a discussão em torno de um penálti. Um penálti é mais do que um pontapé a 11 metros da baliza. Um penálti é um golo quase certo e, com ele, muda-se a história de um jogo. Conquista-se uma vitória e, com ela, ganha-se muito dinheiro. As decisões por isso têm de ser boas. Por isso, há que criar um sistema que seja falível e que não faça da arbitragem um elemento perturbador da verdade desportiva. Sendo assim, quando se assinala (ou não) um penálti, porque podem estar em causa milhões de euros, como é o caso de um Campeonato do Mundo, não pode ser por instinto ou... porque...


No Brasil-Croácia não foi apenas o lance (determinante) do penálti, que tudo mudou. Foi também o lance do terceiro golo, precedido de falta (Ramires sobre Rakitic) – e a forma como o árbitro geriu a partida... Nada muda, de Mundial em Mundial. A tecnologia de linha de golo (presente pela primeira vez num Mundial) é um avanço, mas não chega. E não pode tapar o sol com a peneira. As arbitragens dos 3 primeiros jogos do Mundial não poderiam ser mais reveladores: o rei vai nu. E assim a fraude instala-se e domina o regime.


JARDIM DAS ESTRELAS (****)


Holanda demolidora


O primeiro destaque pela positiva deste Mundial vai para Van Gaal e seus pupilos. Grande Holanda, bonita e graciosa, fresca e encantadora, com dois jogadores em plano de destaque: Van Persie e Robben. Cilindrou uma Espanha bafienta e corcunda, amplamente desgastada, que parece ter feito um pacto com Mourinho para a revelação da verdade em relação a Casillas: há melhor do que ele! Rakitic e Modric foram o perfume do futebol croata que o árbitro japonês anulou. A magia dos jogadores não pode ser atraiçoada por erros de apreciação que podem ser evitados na hora. E, por favor, não venham com a estória dos erros dos jogadores e dos treinadores, porque são coisas que não se podem comparar. Honras também para Neymar e a certeza de que o Brasil já teve muito melhores equipas.


O CACTO


Falência


O futebol não pode resistir sem se resolver o problema das arbitragens (ler peça principal). Foram demasiados os erros no Brasil-Croácia, México-Camarões e Espanha-Holanda. Desde o Mundial de 2002, e depois de ter confiado demasiado na regeneração do futebol, pela sua autorregulação, que não acredito neste sistema. Por isso, defendo a introdução das novas tecnologias -- uma forma de evitar os erros grosseiros e de atenuar os atropelos à verdade desportiva. É preciso provar mais alguma coisa?!
Rui Santos no jornal record

mais uma surpresa...

sábado, 14 de junho de 2014

«Laranja mecânica no seu melhor»

foi sem dúvida o melhor jogo deste mundial até agora, uma verdadeira 'loucura' o jogo entre espanhóis e holandeses.
 
esta Holanda está completamente diferente desde que Van Gaal assumiu o seu comando, não só pelo modelo de jogo implantado, mas também pela facilidade com que joga em vários sistemas tácticos.
 
um caso muito sério a não perder de 'vista' ao longo desta prova.

a Espanha esteve irreconhecível na segunda parte e já há quem fala em fim de ciclo. será?!...




sexta-feira, 13 de junho de 2014

aguardando pelos jogos de hoje...

a vergonha do Brasil - Croácia

quem me conhece sabe que detesto justificar derrotas ou vitórias com erros de arbitragem, afinal, isto já não é o que era! mas, ainda 'anda' por aí uns 'parasitas' que são escolhidos a dedo para certos jogos.
 
em baixo, o comentário de alguém que esteve no mundial da coreia como um dos responsáveis directivos da nossa selecção e sabe do que fala. subscrevo inteiramente!
 
o Brasil não necessita destas ajudas, tem uma excelente selecção e muito bem orientada.
 
A vitória de ontem do Brasil frente à Croácia veio demonstrar que não só Deus é brasileiro.
 
Foi 'brasileiro' o árbitro sul-coreano, Young Joo Kim, que apitou a vitória no jogo inaugural do Brasil frente à Turquia, em 2002. Como foi 'brasileiro' ontem o japonês Yuichi Nishimura ao 'inventar' a grande penalidade que abriu as portas à vitória da 'Canarinha'.
 
Isto levanta uma questão, digamos, do foro teológico:
- Serão estes dois árbitros vindos do extremo-oriente filhos da 'Senhora do Caravaggio?...
 
 ou
 
- Não passam de dois filhos-da-puta, como foram apelidados em 2002 pelos turcos e ontem pelos croatas?...
comentário do amigo António Boronha no seu facebook

quarta-feira, 11 de junho de 2014

A jogada celestial no país tropical

O OLHEIRO
O futebol é uma das maiores inspirações da música brasileira, algo patente na forma extasiante como os seus grandes compositores metamorfoseiam os grandes ídolos em musas. O mui profícuo Jorge Ben Jor imortalizou o mediano e desarticulado Fio em Maravilha, depois de ter saído do banco do Flamengo para entrar na história da música brasileira ao marcar o golo do triunfo num particular diante do Benfica. A globalização, que nos permite acompanhar qualquer jogo à distância de um clique, retirou um pouco a magia da descoberta de novos valores neste tipo de prova. Contudo, haverá vários jogadores que, à semelhança de Fio, procurarão assinar momentos magistrais que lhes abonem uma transferência para outro patamar competitivo ou, quem sabe, a eternidade na história dos Mundiais. Além dos destacados, há uma série de talentos sub-23, como Neymar, Óscar, James, Shaqiri, Xhaka, Varane, Pogba, Moses, Wilshere, Koke, Schürrle, Götze, Courtois ou Hazard, que pela sua afirmação em campeonatos de topo já estão distantes do patamar de revelações, mesmo que para a maior parte seja a estreia num Mundial, e procuram encurtar distâncias em relação aos futebolistas terrenos de topo e aos extraterrestres Cristiano Ronaldo e Messi. A história destas competições prova que, muitas vezes, o papel de protagonista acaba por ser entregue a artistas aparentemente secundários. Müller, provavelmente o jogador mais subvalorizado do futebol mundial, Di María, Hulk, Balotelli, Cassano, Rakitic, Bacca, Stuani, Lallana, Sturridge, Valbuena, Pjanic, Kroos ou Nani encaixam no perfil de quem pode rubricar a jogada celestial capaz de sacudir a torcida.

O OLHEIRO RECOMENDA
Grupo A

Raúl Jiménez (México)América – 23 anos – Avançado

Robusto fisicamente (1,90 m/77 Kg) sem perder agilidade, Rulo Jiménez espreita um lugar no onze titular. Avançado que gosta de partir de espaços exteriores em direção à área, possui um remate forte com ambos os pés – o direito é o que melhor define – e procura a baliza de dentro ou fora da área, para além de se revelar perigoso no jogo aéreo, oportuno e acutilante a ganhar posição.

Grupo B

Jordi Clasie (Holanda)
Feyenoord – 22 anos – Médio-centro; médio-defensivo

A ausência de Strootman garante-lhe um papel nuclear no meio-campo holandês. A estampa física (1,69/69) esconde um pitbull agressivo e intenso, hábil no desarme e na antecipação. Arguto a ler o jogo e eficaz no passe, é crucial no lançamento de ações ofensivas. Aparece em zona de finalização – é destro, mas sabe usar o pé esquerdo – e é um bom executante de bolas paradas laterais.

Grupo C

Yochiro Kakitani (Japão)
Cerezo Osaka – 24 anos – Avançado; extremo

Unidade móvel entre o meio-campo ofensivo e o ataque, o samurai de Osaka poderá ser a opção para (falsa) referência ofensiva. Elétrico, veloz, ágil e virtuoso tecnicamente, cria desequilíbrios no drible e revela grande astúcia no contragolpe. Bom finalizador – o pé direito é o que melhor define –, junta predicados no jogo aéreo e nas assistências através de passes ou cruzamentos.

Grupo D

Keylor Navas (Costa Rica)
Levante – 27 anos – Guarda-redes

Guardião com mais intervenções e defesas completas em La Liga, está preparado para ser bombardeado na Copa. Reflexos, elasticidade e agilidade impressionantes, além de uma admirável capacidade de reação que o torna fortíssimo em duplas defesas e no um para um. Especialista a parar penáltis, é razoável nas saídas aéreas e competente a lançar contragolpes através de lançamentos manuais.

Grupo E

Antoine Griezmann (França)
Real Sociedad – 23 anos – Extremo


A ausência de Ribéry poderá catapultá-lo para o papel de protagonista, apesar da inexperiência nestes palcos. Extremo vertical e desequilibrador, conjuga velocidade, aceleração, mobilidade com qualidade no drible, agilidade e agressividade no um para um. Importante no capítulo das assistências para situações de finalização, revela dotes de finalizador com os dois pés e, até, de cabeça.


Grupo F


Reza Ghoochannejhad (Irão)
Charlton Athletic – 26 anos – Avançado


Internacional holandês nos escalões de base, Gucci aceitou o convite de Carlos Queiroz para representar o Irão e correspondeu com golos: 10 em 14 jogos. Avançado muito móvel, rápido e ágil, talhado para explorar contragolpes, gosta de se envolver no jogo coletivo e consegue criar desequilíbrios. Astuto a desmarcar-se e muito oportuno, exibe facilidade no remate com ambos os pés.


Grupo G


Julian Draxler (Alemanha)
Schalke 04 – 20 anos – Médio-ala; médio-ofensivo


A lesão de Reus não altera a sua condição de suplente, mas abre perspetivas de maior utilização. Médio-ala esquerdo, também capaz de atuar ao centro ou à direita, forte a assumir ações de condução e desequilíbrio, conjuga mobilidade, velocidade, aceleração e agilidade a qualidade técnica e poder de drible. Perspicaz no capítulo das assistências, exibe facilidade no remate com os dois pés.


Grupo H


Son Heung-Min (Coreia do Sul)
Bayer Leverkusen – 21 anos – Extremo; avançad


Protagonista de um ótimo exercício na Bundesliga, as aspirações coreanas em chegar à segunda fase passam pelo seu talento. Extremo ou falso avançado fortíssimo a explorar contra-ataques, conjuga mobilidade, velocidade e aceleração a bons argumentos no drible, agilidade e agressividade. Com sentido de baliza e capaz de rematar com os dois pés, tem registado progressos no último passe.
Rui Malheiro no jornal record

gostei do último teste

terça-feira, 10 de junho de 2014

«onze e sistema provável de Portugal para hoje»

Alemanha: mais eficácia e menos bailado

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A Alemanha é o nosso primeiro adversário na fase de grupos e, como tal, tenho 'andado' a tentar perceber a 'maneira' (modelo de jogo) com que Joachim Löw tenta implementar (mais uma vez) para ter algum sucesso.
 
Joachim Löw tem sido muito criticado por querer apresentar um futebol algo parecido com o modelo de jogo do Bayern de Munique. Será? No futebol não há cópias, acho eu!
 
Uma coisa é certa, ao ler um artigo de André Pipa no jornal «A Bola» (o André recorda uma entrevista que fez a Franz Beckenbauer) concordo em absoluto com muitos aspectos.
 
Algo parecido com o 'tiki taka' não entra no estilo dos alemães, jogo com muitos 'floreados' não é a praia deles. Como dizia Franz Beckenbauer, a Alemanha não nasceu para encantar o povo com 'fintas' e 'reviangas'. A Alemanha nasceu para ser martelo. Ora o martelo não baila. O martelo bate a direito - de cima para baixo. Um-dois: pang! Sem 'floreados'.
 
A crítica alemã 'quer' mais eficácia e menos bailado, passes a mais e remates a menos não dá golo, certo?
Como tal, não me parece que no primeiro jogo contra nós, Joachim Löw continue com a mesma 'teimosia' de jogar este futebol com muito passes e sem ponta de lança, na verdadeira aceção da palavra.
Recorde-se, que, no último jogo particular quando entrou Klose (aos 67 minutos), um ponta de lança como referência, é que os golos/goleada à Arménia começaram a surgir.
Eu aposto num futebol mais 'directo/frio' com a tentativa de chegar rápido à baliza portuguesa.
 
Joachim Löw sabe perfeitamente que o 'forte' da selecção portuguesa é recuperar a posse de bola e sair rapidamente para o ataque, ora com passes directos para Ronaldo na esquerda/centro, ora para Nani na direita.
 
A Alemanha a jogar com os tais 'floreados' e de 'pé para pé' no meio campo português é para 'esquecer', acho eu.
 
O sistema/onze provável para o primeiro jogo do mundial:

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Mário Figueiredo concorre sozinho à presidência da Liga de Clubes

confesso que gostei deste desfecho (por enquanto...).
Mário Figueiredo irá concorrer sozinho à presidência da Liga de Clubes.
 
pelos vistos, as listas de Fernando Seara e do ex-presidente do Nacional, Rui Alves, não foram admitidas pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral da Liga.
 
nada como 'acabar' esta noite com uma bela foto...
 

«A selecção brasileira como nunca a viu»

que Scolari é um 'mestre' de balneário em termos de motivação e, não só, isso já se sabia...

...agora, com a copa do mundo no Brasil, é necessário tudo e mais alguma coisa para ter sucesso.
 
aqui ficam alguns vídeos da canarinha no seu melhor..., pode sempre aceder ao link da CBF e assistir a tudo.


 

domingo, 8 de junho de 2014

Não faltam soluções à Seleção Nacional

SEMANADA
1 - O país acompanha, impassível e à distância, os dramas e as manobras de diversão de Paulo Bento, angustiado com a ausência de Cristiano Ronaldo entre os titulares da Seleção Nacional. Procuram-se alternativas, soluções, quando no horizonte não se vislumbra o aparecimento do capitão. Frente aos mexicanos – privados da vitória, primeiro, por um fantástico Eduardo, e do empate, depois, por um certeiro Bruno Alves – o selecionador fez entrar no seu repertório técnico uma invenção de José Mourinho no Real Madrid: posicionar Coentrão como médio-centro. Estamos a falar a sério?


2 - Entre os portugueses, jogue A ou B, esteja Ronaldo lesionado ou não, a ideia está feita: a Seleção jogará no Brasil para ser campeã. Já era assim há uma semana, quando o Conselho de Notáveis Record se pronunciou, assim continua a ser agora no inquérito online aberto em www.record.xl.pt.


3 - Até Nuno Gomes, um internacional português de eleição, que conhece como ninguém o preço do sucesso, alinha na campanha do nacional otimismo, embora introduzindo um fator com um grau de indeterminação tão forte como é a sorte. De facto, depois de numa noite mal dormida, os portugueses terem visto como a sua Seleção passou de dominadora a dominada, sofreu a pressão do adversário e acabou a ganhar o jogo na compensação, com um golpe certeiro de dois dos seus maiores competidores – Moutinho e Bruno Alves –, há razões de sobra para pensar que Portugal pode chegar lá, ao jogo do Novo Maracanã.


4 - Quem tem algumas dúvidas é Mourinho, que confessou temor pelo jogo com os Estados Unidos, apesar de condescender no apuramento de Portugal para os oitavos-de-final, atrás da Alemanha. O que pressupõe uma vitória sobre o Gana. Já Arsène Wenger diz que o Gana é um perigo... Veremos, como diria Eriksson, autoridade que não ia em prognósticos.


5 - O Benfica entrou no mercado a atirar e a perguntar depois. Isto é, primeiro contrata, depois logo se vê quem sai, sendo certo que alguém vai acabar por sair. E se não sair há depois a equipa B e a distribuição de empréstimos pelos clubes amigos. Com crédito é sempre mais fácil.


6 - Um relatório europeu garante que três jogos da Oliveirense foram objeto de corrupção, verificada através do volume anormal de apostas que desencadearam. Seja. Mas como é que isso se evita? A estudiosa Federbet não diz, nem quer saber.


7 - Na Alemanha, acontecem coisas: Uli Hoeness, chefe do Bayern Munique, roubou comprovadamente o fisco, foi condenado e já está na prisão. Em Portugal, sabe-se, só acontecem algumas coisas: certos chefes são apanhados a roubar, mas raramente vão presos. A justiça é igual para todos, mas há sempre uns mais iguais do que outros.


UM CASO SÉRIO


Quando os candidatos às eleições foram definhando à mesma velocidade com que apareceram, ficou mais ou menos claro que Fernando Seara – depois de ter ganho a Câmara de Sintra por acaso – conseguiria fazer vingar a sua estratégia eleitoral. À partida, Seara tinha a oposição de parte significativa do Benfica, que o resumia a testa de ferro de Joaquim Oliveira, mas gozava da aparente condescendência de Luís Filipe Vieira, agora mais preocupado com a vitalidade da BTV (ex-Benfica TV), do que com a disciplina e a arbitragem, abrigadas em segurança na FPF. Mais tarde conseguiu convencer Pinto da Costa dos benefícios da sua candidatura representativa do aparelho e ganhou a aversão do Sporting, ao mesmo tempo que foi recolhendo os despojos de candidaturas abortadas. Até que aconteceu a intentona de sexta-feira, com a duplicação de listas, de traidores e traídos. Seara é o protótipo do “homem do futebol” e sabe que cá se fazem, cá se pagam. Quem rirá por último?


MVP - Pedro Fraga


Campeão europeu de remo


À consistência dos bons resultados só faltava mesmo acrescentar o brilho de uma medalha de ouro agora ganha em Belgrado, no Campeonato da Europa, variante de skiff ligeiro. Segue-se o Mundial, com Nuno Mendes, juntando-se a dupla que fez entrar o remo na agenda dos portugueses que gostam de desporto.


A FRASE


Bruno de Carvalho: «Futebol português é como um ânus»


As declarações do líder do Sporting sobre as eleições da Liga, que perderá por ter tirado a equipa de campo, possuem um lado didático: durante dois dias não se falou noutra coisa que não fosse o seu caráter escatológico (?) – coisas relacionadas com fezes. Esclarecidos?
António Varela no jornal record

A final do mundial de Maradona (vídeo)

sexta-feira, 6 de junho de 2014

um treinador diferente (reportagem em vídeo)



Fonte: daqui

Intromissões de uns e outros

VISÃO DE JOGO


Quando Portugal defrontou o Gabão num relvado em péssimas condições que colocava em risco a integridade física dos jogadores nacionais, a maioria da crítica desportiva atacou o presidente do FC Porto. Não por este ter dito aquilo que toda a gente pensava, mas porque ao criticar o facto acima descrito, numa partida em que alguns atletas azuis e brancos jogaram os 90 minutos, usou-se o argumento de que Pinto da Costa se estaria a intrometer nas decisões do selecionador Paulo Bento. Então, o que podemos dizer das recentes declarações de Florentino Pérez?


O mesmo presidente do Real Madrid que se vangloriou há algumas semanas de ter vencido a Liga dos Campeões com três jogadores lesionados no onze titular (o trio atacante composto por Cristiano Ronaldo, Gareth Bale e Karim Benzema) vem agora dizer que Ronaldo “só tem de jogar quando estiver bem”. É caso para dizer que “em casa de ferreiro, espeto de pau”.


Esta intromissão acaba por ser algo absurda, uma vez que não acredito que os responsáveis da Seleção optem por utilizar o jogador se ele não estiver totalmente em condições para jogar. É óbvio que ele terá de estar bem. Além disso, o selecionador é soberano nas suas decisões e hoje em dia os clubes recebem compensações financeiras da FIFA pelo tempo que os jogadores passam ao serviço do seu país, para não falar no retorno que a presença do português no Mundial’2014 trará aos madrilenos em receitas de publicidade.


Por outro lado, a influência do Real Madrid na Seleção dá que pensar. A inclusão de um fisioterapeuta do clube espanhol na comitiva portuguesa (não existiam outros profissionais portugueses com valor para integrar os trabalhos da seleção?) acaba por ser um indício de que o Real Madrid queria, e quer, “controlar” o processo de recuperação de CR7, mantendo-se a par com atualizações diárias.


O caricato é que foi o próprio Real Madrid a contribuir para o estado das coisas. O jogador atravessa um processo de recuperação que, diga-se de passagem, ainda decorre porque o clube espanhol utilizou o jogador sem que este estivesse a 100%, adiando assim a sua melhoria. Se é certo que a integridade física dos jogadores deve ser uma prioridade, tal cenário deve ocorrer tanto na Seleção como no clube, tendo cada responsável a competência para julgar e decidir.


É evidente que são os clubes que pagam os salários aos jogadores, mas isso não lhes dá o direito de se intrometerem na gestão que é feita pelos responsáveis da Seleção. E se Paulo Bento e os dirigentes da FPF sabem rebater os “bitaites” dos clubes portugueses, também o devem fazer perante clubes estrangeiros, independentemente de se tratar do colosso Real Madrid ou de um emblema menor.


Estou em crer que Paulo Bento o irá fazer, para defender e blindar o grupo de pressões externas. O espaço da Seleção Nacional é sagrado. Todos farão o que for possível para que o capitão de Portugal possa estar em condições de alinhar frente à Alemanha. E motivação de Cristiano Ronaldo para que isso aconteça não falta. Se não estiver bem, que seja resguardado para o jogo seguinte, que será ainda mais decisivo para as aspirações lusas. Somos um país de brandos costumes, mas não temos obrigação de prestar vassalagem a ninguém.


O CRAQUE


Talento promissor


Um dos médios mais promissores do futebol português atua há dois anos em Vila do Conde. E só uma arreliadora lesão, que lhe roubou mais de metade da época, impediu a sua afirmação em definitivo. Com uma qualidade técnica e de passe acima da média, Filipe Augusto é daqueles talentos que não enganam. Um centro-campista com capacidade e disponibilidade para defender e atacar, que trata bem a bola na fase de construção ofensiva e não se esconde no momento de recuar no terreno. Com um pouco mais de experiência (ainda tem 20 anos), será jogador de equipa grande.


A JOGADA


Tirada infeliz


Totalmente deselegantes e de mau gosto. Não vou citar as recentes afirmações escatológicas de Bruno de Carvalho, mas há que referir que as mesmas não dignificam o clube que representa e em nada contribuem para que o futebol português possa dar um passo em frente. O trabalho meritório do presidente do Sporting, que já elogiei várias vezes, não merecia uma mancha deste género. Para um clube que diz ter ideias para o futebol nacional, este não pode ser um dos que divide em vez de unir. E assim vai a luta pelo poder na Liga de Clubes...


A DÚVIDA


Valongo inspirador


A equipa de hóquei em patins do Valongo surpreendeu o desporto nacional e mostrou que os clubes de menor orçamento também podem fazer coisas bonitas. Uma boa liderança, ao nível dos dirigentes e do comando técnico, assim como o aproveitamento de bons valores da formação, são alicerces que podem ajudar a desenvolver um projeto ganhador. Depois de o Boavista se ter sagrado campeão em 2001, o Sp. Braga foi quem mais se aproximou de fazer o brilharete no futebol. O Valongo é agora uma nova fonte de inspiração. Voltaremos a ter um outsider para dar luta aos grandes?
António Oliveira no jornal record

«os bastidores da selecção nacional em vídeo»

daqui

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Cristiano Ronaldo deixa carta aberta aos adeptos

Cristiano Ronaldo (foto ASF)
 
Na contagem decrescente para início do Mundial, Cristiano Ronaldo dirigiu-se aos adeptos da Seleção Nacional através de uma carta aberta publicada na rede social “Sportlobster”.

CR7 diz ter «o maior orgulho» em representar e envergar a braçadeira de capitão da equipa das quinas, confessando ficar «arrepiado» sempre que ouve o hino de Portugal.

Quanto ao Mundial que se avizinha, lembra que a Seleção Nacional não é favorita à vitória final e aponta a presença nos oitavos de final como o primeiro objetivo a alcançar no Brasil.

Leia a carta de Cristiano Ronaldo:

É o maior orgulho representar e ser o capitão da seleção portuguesa. Orgulho, satisfação, prazer e honra, mas também uma grande responsabilidade. Acima de tudo, este país é o nosso apoio e sabemos que a nação inteira - composta por 10 milhões de portugueses, mais os que vivem pelo mundo - não só está com os olhos voltados para nós, mas também a vibrar com o nosso sucesso e a chorar nos momentos não tão bons.

Confesso que há sentimentos que não mudam com o passar dos anos. Eu ainda fico arrepiado quando ouço o hino português e não há nada que se compare a isso. Espero que um dia ganhe um título com a nossa seleção.

Vamos ao Mundial com esperança, mas também com a certeza de ter os pés firmes no chão. Temos ambição, mas com a consciência de que temos que estabelecer alguns objetivos, passo a passo, jogo a jogo. Calmamente, mas com confiança. De facto, não somos os favoritos, mas vamos, como sempre, tentar fazer o melhor possível. Sabemos que temos um grupo difícil.

Na minha opinião, é o grupo mais forte do Mundial. Vamos dar um passo de cada vez. Sabemos que temos uma partida importante contra a Alemanha, a primeira da competição. Depois enfrentaremos o Gana e, finalmente, os Estados Unidos. O nosso objetivo, claro, é passar da fase de grupos. Depois veremos.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

terça-feira, 3 de junho de 2014

mais um reforço para o Sporting

Oriol Rosell assina por cinco épocas

CLUBE DE ALVALADE OFICIALIZA CONTRATAÇÃO DO MÉDIO ESPANHOL EX-SPORTING KANSAS CITY
 
O Sporting oficializou há momentos a contratação do médio espanhol Oriol Rosell, com quem rubricou um contrato válido para as próximas cinco temporadas, um negócio igualmente confirmado pela Major League Soccer.

O ex-jogador do Sporting Kansas City, de 21 anos, fica com uma cláusula de rescisão no valor de 45 milhões de euros, num negócio onde os leões não divulgaram os valores envolvidos na operação.

Formado no Barcelona, Rosell rumou à Major League Soccer em agosto de 2012, rubricando duas temporadas de grande qualidade que acabaram por chamar a atenção dos responsáveis leoninos.
através do jornal record