sábado, 1 de novembro de 2014

Limpinho




Hoje, de manhã, na marina de Leixões, perante os seus apaniguados, Bruno de Carvalho, o arauto do novo futebol, filantropo das administrações com o seu magro salário de 5 mil euros, profeta de um novo amanhã leonino, garantiu que o Sporting não se agacha perante clubes sem a sua dimensão, e que não pactua com limpinhos, limpinhos.
 
Algumas horas volvidas sobre o momento apoteótico da família sportinguista, o Sporting caiu com estrondo no Afonso Henriques, de onde sai bastante amolgado e ouvindo merecidos olés.
 
Foram 3, podiam ter sido 4 ou 5.
 
Há dias maus.
 
O de ontem terá sido não apenas um dia mau mas também uma manhã e uma tarde ainda piores.
 
Podemos ser tosquiados em qualquer momento e, tal como o peixe, muitas vezes o melhor é não abrir muito a boca, sobretudo quando estamos a caminho do berço da nação, onde mora uma equipa chamada Vitória comandada por um Vitória e que tem por símbolo a figura do Conquistador. O que impõe sempre pelo menos alguma prudência.
Post de Eugénio Queirós, aqui

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