quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Borat de Carvalho



Aqui, no Cazaquistão à beira do Atlântico plantado, é sempre possível confundir uma bandeira com uma banheira.
A nossa bandeira, com a sua esfera armilar, já tem uns anitos e a malta já não sabe bem como foi imaginada.
Fique-se a saber, portanto, que o verde completa a tralha e o vermelho está no batente.
 
Esta bandeira é filha da República e mandou para o arquivo a bandeira cruzada azul e branca que vinha desde os tempos do filho de Dona Teresa. O que continua a dar muito jeito sobretudo ao presidente do Sporting, que aqui há uns tempos apanhei a sugerir aos seus apaniguados a retirada do vermelho. Vá lá que não se meteu nem com a esfera armilar nem com o escudo.
BdC é um animador. Já fazia falta. Até ver, foi capaz da enorme proeza de provocar um período de tréguas entre FC Porto e Benfica. Ao mesmo tempo que nos permitiu recordar as origens do pano nacional.
Vamos ver se BdC sai com o escalpe completo do Dragão. O que é pouco provável pois o guarda Abel já está reformado e um dos antigos capangas agora é bruxo. E, como todos sabemos, não é para todos semear ventos e colher tempestades.
Post de Eugénio Queirós, aqui

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