sábado, 27 de setembro de 2014

O Sporting - FC Porto...

Infelizmente não posso fazer um 'post de jeito' sobre o jogo de ontem, em directo só vi a segunda parte e foi a 'fogachos'. E, só o resumo do jogo não chega.
 
O meu 'miúdo' que tem 10 anos, apaixonado por futebol e, pelo FC Porto, nada quis com o jogo de ontem, preferiu ver WWE ou lá como se chama aquela 'merda'.
O miúdo não está lá com 'grande' fezada com esta 'armada espanhola'.
 
Eu, claro, fiquei pior que estragado e tive que me virar para a Antena 1.
Do mal o menos, por momentos também gostei de voltar aos tempos antigos.
 
Aqui fica em baixo um resumo e uma excelente análise de Rui Malheiro, como não poderia deixar de ser...obviamente.




Clássico definido na linha de fundo

Golos surgiram de lances conquistados nessa zona do terreno

O Sporting entrou intenso, agressivo e a todo o gás, itens acompanhados pela capacidade para pressionar alto e inteligência no aproveitamento do jogo interior, ao criar desequilíbrios entre linhas, fruto da sagacidade de Nani, também acutilante nos corredores laterais, juntamente com Carrillo, a colocar Danilo e Alex Sandro em apuros. O golo inaugural sai da genialidade de Nani, capaz de arrastar todo o meio-campo portista e de servir Carrillo, que, após ganhar a linha de fundo nas costas de Alex Sandro, assistiu, através de um cruzamento atrasado, Jonathan, o lateral que se desdobrou em avançado com Quaresma a observar à distância.



Finalmente, Porto

O FC Porto acordou tarde, já que o seu meio-campo não entrou no jogo, o que obrigou o sector defensivo a bater bolas longas para o desamparado Jackson. Os poucos lampejos portistas saíram dos pés de Brahimi, quando abandonou a ala e apareceu em espaços interiores. Ao intervalo, Lopetegui substituiu Rúben Neves e Quaresma por Óliver e Tello. O meio-campo mudou de formato (2x1 para 1x2) e, muito por culpa da inteligência na tomada de decisões de Óliver, sempre próximo de Brahimi e incisivo a buscar a velocidade de Tello, o FC Porto tornou-se muito mais agressivo, móvel e criativo, ganhando ascendente no jogo.

O choque de padrões

Cruzamento atrasado e golo. É assim que o FC Porto mais marca, é assim que o Sporting mais sofre: 4 dos 5 golos em 2014/15. Danilo, assistido por Tello, ganhou a linha de fundo e Sarr, sempre com dificuldades a reagir ao pouco expectável, cortou a bola para a sua baliza. Depois de um período menos interessante, as entradas de Carlos Mané e Montero reorganizaram o Sporting em 4x2x3x1. O clássico voltou a ser palpitante, já que os leões voltaram a rugir e estiveram perto do golo num soberbo remate de Capel, só que foi o FC Porto a esbanjar três oportunidades que poderiam ter valido o triunfo em Alvalade.
Rui Malheiro no jornal record

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