sábado, 21 de janeiro de 2017

Assim fica difícil...

...é a isto que eu chamo erros com influência directa no resultado.

Um golo mal anulado ao Sporting quando o jogo se encaminhava para o seu final foi mau demais para ser verdade.
Bem sei que o lance é rápido e ao primeiro toque, mas há um critério bem claro: em caso de dúvida, beneficia quem ataca!...é por outras palavras, mas assim todos percebemos.

Tirem o cavalinho da chuva...

...aqueles que pensam que o campeonato português está decidido, engane-se, quem pensa que o próximo campeão está encontrado e aqueles que descerão de divisão também!




Com excepcção do Paços de Ferreira e do Moreirense, que iniciaram ontem a 2ª volta do campeonato, cada equipa tem ainda 51 pontos em 'disputa'.

Ainda só passou 'metade' do campeonato, falta a 'outra metade'.
Tirando as 'brincadeiras e picardias' nas redes sociais, ou numa conversa entre amigos num café perto de si, temos que ser sérios e perceber que este campeonato ainda tem muito sumo para espremer.

Já vi muito no futebol, e não queiram pôr já o Sporting afastado do título nem o Tondela na 2ª liga. Em relação a este último, lembram-se do que sucedeu na época passada com este Tondela?!...
Ah pois é?!...o futebol é uma caixinha de surpresas! Está tudo em aberto para saber quem serão os cinco primeiros e os dois últimos classificados deste campeonato.

Por tudo isto e por toda a instabilidade que o Sporting tem vivido esta época, hoje, na Madeira, é importantíssimo mandar a 'poeira para debaixo do tapete',...o Sporting tem obrigatoriamente de somar os 3 pontos para não ficar afastado da luta pelo título de uma forma 'definitiva'.

Hoje, sim, é uma final que não pode ser desperdiçada.

Miguel Sousa Tavares entrevista Artur Jorge

É sempre bom recordar outros tempos do futebol português! Uma entrevista com quase 30 anos do treinador que estava na moda no futebol português.

Artur Jorge entraria em 'queda livre' após passagem pelo Benfica. Nada foi fácil naquela altura (1994/1995) no clube da Luz.

Foi pedido a Artur Jorge uma renovação da equipa, o dinheiro era pouco e as aquisições foram um fiasco, muito por culpa do treinador português que teve vários conflitos no interior do balneário encarnado.

Para piorar a situação, o técnico português ainda foi submetido a uma operação à cabeça deveras complicada.



sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Até um dia...


...Descanse em Paz!

Carlos Alberto Silva, ex-treinador brasileiro que se sagrou bi-campeão em Portugal ao serviço do FC Porto em 1992 e 1993, faleceu na última madrugada em Belo Horizonte, aos 77 anos.
O treinador brasileiro vinha a recuperar de uma cirurgia ao coração a que foi submetido há um mês.
Carlos Alberto Silva também treinou em Portugal o Santa Clara.
Carlos Alberto Silva destacou-se ainda pela conquista do campeonato do Brasil com o Guarani, em 1978. Foi também vice-campeão do Mundo com a seleção canarinha em Seoul, em 1988, e conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos em 1987, nos Estados Unidos.
No Brasil, treinou clubes como o Cruzeiro, Corinthians, São Paulo, Palmeiras ou Santos, mas também teve passagens curtas pelo Japão (Yomiuri Kawasaki) e Espanha (Deportivo da Corunha).
(Fonte: Jornal «A Bola»)


O Sporting também tem uma imitação de Pedro Guerra

Pensei que ninguém consegui-se igualar o conhecido 'paineleiro' Pedro Guerra. 

Mas as televisões dos clubes conseguem sempre me surpreender. 

Aqui deixo algumas relíquias de alguém que pelo andar da carruagem deixará Pedro Guerra para trás:


quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

«Nuno Saraiva e Rui Santos pegaram-se»

Está a 'ferro e fogo' a 'discussão' nas redes sociais entre o director de comunicação do Sporting, Nuno Saraiva, e o conhecido jornalista Rui Santos.

Interessante ver gente de estatura baixa a chamar pequeno a outro individuo de estatura semelhante.
É DE IR ÁS LÁGRIMAS.

Não simpatizo por aí além com nenhum deles, mas desta vez tenho de admitir que Nuno Saraiva tem muita razão.

Enfim...zangam-se as "comadres e descobrem-se as verdades".


(Foto do post de Rui Santos)

POST DE NUNO SARAIVA:

Deixei passar umas horas, 35 para ser rigoroso – aliás, o rigor é das coisas que o jornalismo me ensinou e que, ao contrário de outros, não esqueço –, antes de reagir a quente à calúnia e à infâmia produzida por essa luminária do comentário desportivo que dá pelo nome de Rui Santos.
O sujeito pequeno, e agora percebo porque me diziam não ser apenas em estatura física, entendeu acusar-me de “plantar” notícias em jornais, designadamente no desportivo O Jogo, com o intuito de “tramar” Jorge Jesus e Octávio Machado e, com isso, “safar” o Presidente do Sporting Clube de Portugal. A figura, que tantas vezes me telefonou a pedir informação para enriquecer o seu Tempo Extra na SIC-Notícias, não se deu sequer ao trabalho de marcar o meu número para fazer o elementar contraditório. Sem hesitar, sabe-se lá ao serviço de que agenda ou em defesa de que interesses, decidiu enlamear-me, insultar-me, pôr em causa a minha honra e dignidade pessoal e profissional, bem como, sem qualquer escrúpulo, ofendeu a honra, a dignidade e o profissionalismo de todo um grupo de Comunicação Social, a Global Media, que me deu o privilégio de ali trabalhar durante 17 anos da minha vida.
Uma coisa é a opinião que posso ter, justa ou injusta e cá estarei para assumir aquilo que penso, sobre a orientação editorial que, em determinadas conjunturas, alguns títulos possam desenvolver. Outra, bem diferente, é inventar factos falsos e mentirosos que mancham a honra, a dignidade, a honestidade e a seriedade profissional e pessoal de camaradas de ofício ao serviço da Global Media – tanto quanto julgo saber, Rui Santos, ainda tem carteira profissional de jornalista o que o devia obrigar, no mínimo, ao cumprimento do código deontológico dos jornalistas.
Rui Santos, paladino da verdade desportiva, é afinal uma fraude. A verdade dos factos, para ele, tem o mesmo valor e importância que uma anedota. E, ao que parece, rege-se pela máxima “não deixes que os factos estraguem uma boa história”. E apresentar provas do que diz, além de um processo torpe e mal intencionado de insinuações recorrendo às ligações que o meu passado profissional estabelecem, é coisa que não faz. A isto chama-se desonestidade, para dizer o mínimo.
De uma vez por todas, e para que fique claro: Bruno de Carvalho é o meu Presidente, Jorge Jesus é o meu treinador, Octávio Machado é o meu director para o futebol, e o Sporting Clube de Portugal, a quem sirvo, é muito maior do que todos nós. Defendo-os a todos até às últimas consequências contra os ataques e as ignomínias de quem nos quer dividir, porque é esse o superior interesse do Clube. Tudo o resto são atoardas que não cumprirão os objectivos de quem as produz.
POST DE RUI SANTOS
Sempre que alguém não concorda com as minhas criticas, observações, propostas, meras análise de factos ou cenários, há sempre uma tendência para se meterem com a minha estatura física. Já levei com indignados de 1,85m e 1,90m, mas, se bem me lembro, como diria o Nemésio, ainda não tinha levado com a indignação de um ser mais baixo do que eu.
Aconteceu agora com o Nuno Saraiva, director de comunicação do Sporting, que me dedicou um post na sua página do Facebook, a propósito de uma passagem do meu comentário no último Tempo Extra, da Sic Notícias. Há sempre uma primeira vez para tudo.
Era mais ou menos inevitável e já explicarei porquê (“amebas com trela”). Fiquei, pois, a saber que há uma nova classe de pigmeus: os pigmeus grandes. Nuno Saraiva considera-se um grande pigmeu grande e isso é sinal de uma ENORME dose de confiança em si próprio, mas é também sinal de que não tem espelhos em casa. Compre um, se Bruno de Carvalho deixar.
Fiquei a saber — estamos sempre a aprender — que esta classe de grandes pigmeus grandes tem propensão para mentir e sofre de lapsos de memória.
Diz o grande pigmeu grande que lhe telefonei ‘tantas vezes’ a pedir-lhe informação. Quero recordar ao grande pigmeu grande as palavras elogiosas com que me brindou na fase inicial do seu arranque como director de comunicação do Sporting, que conferem com a designação agora utilizada neste post publicado na página do Facebook, segundo a qual sou a “luminária do comentário desportivo”. Na verdade, luminária — para quem não sabe — quer dizer ‘tudo o que alumia” e “pessoa de grande ilustração e competência” e, sem ironia, foi exactamente isso que me disse no nosso primeiro diálogo, uma vez que até aí não tínhamos tido, enquanto oficiais do mesmo ofício, qualquer tipo de conversa: “você, Rui Santos, distingue-se porque construiu uma carreira com base na sua independência e é uma voz ouvida e respeitada”. Como percebi agora que os grandes pigmeus grandes mentem, talvez nesse primeiro amistoso telefonema os elogios já fossem uma construção oportunística, conjuntural e mentirosa.
Depois, estes grandes pigmeus grandes têm de se decidir: por um lado, querem que se lhes ligue a confirmar informação; por outro lado, queixam-se de “tantas vezes” receberem chamadas. Primeiro: o Saraiva é pago para, entre outras coisas, responder às questões colocadas pelos jornalistas; segundo: as ‘tantas vezes’ que o grande pigmeu grande refere contam-se através dos dedos de uma mão. Em 8 meses, são assim “tantas vezes”?
Saraiva insinua que tenho agenda ou interesses (de outrém) a defender. O facto de saber que não tenho nem agenda nem defendo interesses de facções (nem de sportinguistas, nem de benfiquistas, nem de portistas, nem de outra colectividade, seja grande, média ou pequena) é que irrita os protagonistas da bola. É exactamente por não me deixar capturar (apesar de todas as tentativas nesse sentido) que, ciclicamente, sou atacado e visado. Estou habituado e é precisamente neste momentos que se conhecem os homens. Não me interessa a estatura física. Interessa-me mais a ‘dimensão’ dos miolos. E preocupa-me que alguns tenham os miolos ligados (por canais) ao intestino grosso.
Quando Saraiva me chama de paladino da verdade desportiva está a arriscar-se. Não lhe quero chamar fraude, para não baixar ao nível do director de comunicação do Sporting, mas menos ético, no mínimo, é alguém tentar passar a ideia de ter sido o patrono da defesa da Verdade Desportiva, nomeadamente através da introdução das novas tecnologias no futebol. Lamento informar mas ainda ninguém sabia, em Portugal, quem era Bruno de Carvalho e já tentávamos sensibilizar a opinião pública para essa necessidade. A luta pela transparência no futebol português não começou há 4 anos.
Vamos ao que importa:
Saraiva está hoje no Sporting em razão das boas relações que o seu patrão sempre teve com esse grupo de comunicação, o que não tem nada de negativo. Mas é assim.
Ainda Saraiva estava no DN e já o Jogo tinha acesso a tratamento de excepção por parte do “Sporting de Bruno de Carvalho”. Através de outros canais. O que também não tem nada de negativo. Mas também é assim.
Saraiva faz um elogio à Global Media mas critica-a por não ter publicado o desmentido sobre as notícias de segunda-feira. Onde fica o elogio e onde fica a crítica? Notícias que dão conta da construção de um Sporting de futuro sem Jesus, na véspera de um jogo crucial, não deveriam ser desmentidas de uma forma tão veemente que esse desmentido se ouvisse na China?!…
Pergunto a Saraiva se sabe por que razão o seu presidente fez a viagem de regresso de carro, após a eliminação da Taça de Portugal, e não juntamente com a equipa? Terá sido para apanhar, mais descontraídamente, o fresquinho da madrugada?
Sabe Saraiva o motivo pelo qual, ainda estava eu em antena na terça-feira, já havia um grande reboliço na redacção do Jogo, com movimentações no sentido de se apurar quando e em que condições se iria fazer a rescisão do contrato de Jorge Jesus?
Não saberá Saraiva, esse grande pigmeu grande, a razão pela qual, ao mesmo tempo que eu analisava o momento ‘leonino’ no Tempo Extra, havia figuras ligadas ao Sporting e conhecidas por serem indefectíveis apoiantes de BdC, a defender a tese de que Jorge Jesus devia pedir a demissão?
Acha Saraiva que estou a dormir? As notícias de esvaziamento dos poderes de Jorge Jesus e a saída de Octávio são coincidências? E eu pergunto: quem é que deu esses poderes a Jorge Jesus? Quem é que lhe aumentou as condições salariais já depois de entrar em Alvalade? Querem fazer de Jorge Jesus um novo Marco Silva? Querem meter-se com o fato de treino de Jorge Jesus e das vezes que não foi para o banco com fato oficial e deu entrevistas sem autorização? O treinador do Sporting pode ter (e tem) algumas responsabilidades na má época que o Sporting está a realizar. Mas sejam homenzinhos. Não se fazem contratos até 2019 para, à primeira contrariedade, se tentar achar e construir internamente um bode expiatório.
No meio do desespero, tenho pena deste papelinho que Saraiva está a fazer, um papel pouco higiénico, mas os ex-jornalistas sabem, ou pelo menos deviam percepcionar, que quem vai para o futebol para ser a voz do dono corre o risco de se transformar numa ameba. Já imaginaram uma ameba com trela? Daria um excelente ‘cartoon’.
Cresçam!

Octávio Machado a caçar coelhos

Há 20 anos já havia programas desportivos 'deveras' interessantes e alguns bem realizados. 
Recorde aqui, um deles. 
Interessante assistir a partir do minuto 25' a uma excelente reportagem com Octávio Machado.

Ontem foi assim...

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Cuidado com este Leixões...

Hoje, temos mais 2 jogos da taça sendo que as atenções estão viradas para o Benfica - Leixões. 

Ter em atenção que este Leixões de Daniel Kennedy está muito melhor do que o Leixões que iniciou a época. Neste momento a classificação do Leixões na II Liga não traduz o que esta equipa vale.

O Benfica terá de encarar este jogo com muito 'respeitinho'. Mexer muito na equipa não será boa ideia. 

Em baixo, um vídeo sobre a família do Leixões.

 

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Hoje não deveria haver post sobre o Sporting...

..., se bem que, dizer apenas onde está o responsável do que se passou hoje em Chaves.
O culpado de tudo o que se passa neste momento com este Sporting é o 'senhor' da foto.

Mete o 'nariz' onde não é chamado, deu cabo da cabeça destes jogadores e da respectiva equipa técnica. Querem o quê?

Enfim..., Parabéns ao Chaves!

Aguardando pelo Chaves vs Sporting

Vão 'mazé' dar banho ao cão



Já só me consigo rir com o 'novo palavreado' de alguns treinadores da nossa praça.

ele é o critério,

ele é o processo,

ele é o foco, ...enfim, acho que isto anda é tudo 'desfocado'.

Vão 'mazé' é dar banho ao cão.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Benfica e Sporting levam os adeptos ao contraditório

O dia de ontem foi de emoções contraditórias em relação aos adeptos do Benfica e do Sporting.

O Benfica cedeu um empate na Luz com o Boavista e o Sporting não aproveitou em Chaves para encurtar distâncias para o líder.

Não tenho dúvidas que os jogadores do Sporting tiveram acesso ao resultado da Luz quando os encarnados estavam a perder por 0-3.
Normal que tenha acontecido um sentimento de euforia (controlada, acho eu!) e depois o empate final poderá ter tirado a tal motivação extra que até ali tinha-se apoderados dos leões.
O Sporting entrou apático em Chaves e mesmo com muita dedicação dos jogadores, não conseguiu os três pontos.


Em baixo, deixo as duas crónicas feitas no Observador sobre os dois jogos dos rivais de Lisboa.


Tirar ou não tirar o “pinheiro”, eis a questão

Cedo o Sporting começou a perder em Chaves. Bas Dost empatou e viraria o resultado.

E saiu. Talvez cedo demais. Quando o Chaves fez o 2-2, faltava lá ele para fazer o que melhor sabe: golos.



Era preciso tomar uma decisão. E rapidamente. Raúl José ajeitou o headset e de lá ouviu Jesus (castigado e a ver o jogo na bancada) dar uma ordem. O Sporting empatava (1-1) em Chaves e Rúben Semedo acabara de ver o segundo cartão amarelo — é a terceira vez que o central é expulso por duplo amarelo no último ano. Paulo Oliveira saltou do banco, tirou o fato-de-treino à pressa e fez uns sprints logo ali, sem ter sequer tempo de aquecer antes de entrar. A substituição estava pronta. O minuto era o 73. Certamente sairia alguém do meio-campo ou, quem sabe, um dos suplentes (Bryan Ruiz ou André Felipe) que entraram ao intervalo.
Depois, dois minutos depois, o Sporting marcaria. Paulo Oliveira viu o golo ainda fora do relvado, à espera para entrar. Três toques. Um: Ruiz desmarcou num passe longo André Felipe dentro da área, ligeiramente descaído para a esquerda e sem ângulo para chutar. Dois: André cruzou de primeira para o primeiro poste, um cruzamento rasteiro, forte e à espera de um desvio. Três: Bas Dost antecipou-se a Freire e, nessa nesga que conseguiu ganhar ao central do Chaves, desviou para o poste contrário e para dentro da baliza.
Era preciso tomar uma decisão. E mais rapidamente ainda, pois Oliveira entraria mal acabassem os festejos e a bola regressasse ao meio-campo. Saiu Bas Dost. Antes do golo, e com o Sporting a empatar em Chaves, certamente não sairia o “pinheiro” que todos procuravam com cruzamentos e mais cruzamentos, em busca do empate e, a seguir, da reviravolta no placard. Mas a um quarto de hora do fim, e vencendo, o Sporting resolveu tirar Bas Dost: era tempo de segurar a vitória. Sabendo o que sabe a esta hora, Jesus tiraria outro qualquer e não o holandês. Talvez saísse André. Talvez Ruiz. Qualquer um menos ele. É que o “pinheiro” fez falta no tempo extra.
“Culpe-se” Fábio Martins e o golo de uma vida. João Patrão tentou desmarcar Rafael Batatinha (os dois entraram com a segunda parte a decorrer) nas costas da defesa do Sporting. O passe era “a rasgar”. E Batatinha ficaria cara a cara com Patrício, que logo tratou de sair da baliza. Não foi preciso. Coates não deixou. Esticou-se todo, deslizou sobre o relvado e não deixou. O problema é que o corte do uruguaio acabou nos pés de Fábio Martins. O outro problema é que Patrício saiu da baliza e continuava mais adiantado do que deveria. E Fábio rematou de primeira, fazendo um “chapéu” ao guarda-redes do Sporting. Sim, é o golo de uma vida. Mas é golo. E o Chaves empatava o jogo.
Voltemos atrás no tempo. E voltemos ao início do jogo. Literalmente ao início e aos quatro minutos.
Golo madrugador do Chaves e de Rafael Lopes, erro de marcação (a roçar o amadorismo, diga-se) de Ricardo Esgaio. Mas a culpa do golo do Chaves (falemos primeiro da “culpa” e mais adiante do mérito que também há) não é apenas dele. Bruno César (que hoje foi defesa-esquerdo) subiu, deixou o flanco à mercê de Perdigão, não recuperou o lugar, Perdigão foi desmarcado desde a defesa e correu que se desalmou, olhou para a área, saiu-lhe do pé direito um cruzamento longo e, ao segundo poste, Lopes cabeceou à vontade. Porquê “à vontade”? Simples: Esgaio, que o deveria seguir, não seguiu, não saltou com ele, não fez nada, e foi o “espectador” que de mais perto assistiu ao golo. Quanto ao mérito, é todo de Rafael Lopes, que se aproximou de Rúben Semedo antes do cruzamento, depois recuou até Coates e, por fim, até Esgaio. Atrapalhou as marcações dos centrais do Sporting e escolheu por adversário o defesa que pior o faz.
Empatar, o Sporting só empataria perto do intervalo: 46′. Antes, e durante toda a primeira parte, tentou vezes e vezes sem contra, à direita ou à esquerda, encontrar com cruzamentos uma cabeça loura, um tanto calva, que é a de Bas Dost. Sem sucesso. Ora porque os laterais e centrais do Chaves não permitiam e cortavam tudo, ora porque os cruzamentos (sobretudo os de Esgaio e Bruno César; a propósito: laterais precisam-se em Alvalade) não chegavam lá. Por fim, e depois de tantas tentativas, Gelson cruzou desde a direita, um cruzamento longo, Bas Dost deu um passe atrás na pequena área e desviou nas costas de Ponck.
Era o 15.º golo esta temporada (em 25 jogos) para Bas Dost. Faria mais um na segunda parte — e disso tudo lhe contei logo no início. Mas saiu (talvez cedo de mais e quando o jogo continuava “partido”) e não voltaria a aumentar a sacada de golos que já leva. No final, mesmo no finalzinho — e depois do golo de Fábio Martins –, o Sporting bem tentou o que antes tentara: cruzar para a área, na esperança que alguém resolvesse o que se complicou. Coates é também ele um “pinheiro” e subiu até à área do Chaves. Mas não é Dost. André? Esse, nem goleador, nem “pinheiro”. E o Sporting desaproveitou o deslize do Benfica horas antes.

Benfica-Boavista. O empate por xeque perpétuo


Na iminência da derrota (3-0 aos 25 minutos, caso único na Luz para o campeonato), o Benfica dá um golpe de autoridade e chega ao empate aos 68'. Depois, o Boavista controla e evita o xeque-mate: 3-3





O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem, o tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.

Num prato de trigo tragam três tigres. Três tigres tragam trigo num prato dum trago. Tragam o trigo aos três tigres que eles tragam o trigo no prato. Tragam o trigo aos três tigres que eles tragam o trigo no prato dum trago.
O rato roeu a rolha da garrafa do rei da Rússia. O raio do rato roeu a rolha do rei da Rússia. O raio do rato roeu a rolha da garrafa de rum do rei da Rússia. O raio do rato roeu a rolha redonda da garrafa de rum do rei da Rússia. O raio do rato roeu a rolha redonda da garrafa de rum de Roberto, o rei da Rússia. O raio do rato roeu raivoso a rolha redonda da garrafa de rum de Roberto, o rei da Rússia. O raio do rato roeu raivoso e rápido a rolha redonda da garrafa de rum de Roberto, o rei da Rússia. O raio do rato roeu raivoso e rápido a rolha redonda da garrafa de rum de Roberto, o ruidoso rei da Rússia.
– Raio! – ralhou o rei. – rato rapace!
– Raça! – rugiu o rato. – é rija a rolha!
Se passa os três níveis sem dar um nó cego à língua, está habilitado a continuar a ler. É uma tarde de sol, cheia de Luz. O estádio abre as portas e mais de 55 mil pessoas entram com a perspectiva de assistir à nona vitória seguida do Benfica. Nem pensar, discorda o Boavista, sem vencer na Luz desde Março 1999 (aquele mítico 3-0 de Ayew, Ayew e Luís Manuel na estreia promovida por Souness dos laterais Harkness e Charles), A equipa de Miguel Leal sai com a bola e impede o Benfica de fazer dois toques seguidos do meio-campo para a frente. Tanto assim é que o primeiro lance digno de registo é uma falta defensiva de Luisão, aos 5′. E o segundo é mais do mesmo, aos 7′. Só a partir dos 10′ é que o Benfica dá um ar da sua graça e encontra o caminho para a baliza de Kamran, com um remate de Samaris (titular tão-só pela segunda vez no campeonato 2016-17, após o 1-1 no Dragão) ao lado. No quadradinho seguinte, Rafa dribla por ali fora e serve Gonçalo Guedes, cujo pontapé mais em jeito do quem força sai também ao lado.
A partir daqui, o Boavista dá espectáculo. Ou melhor, Iuri Medeiros aparece em jogo: assina o 1-0 de livre directo (14′), assiste Lucas para o 2-0 aos 20′ e oferece o 3-0 a Shrembi aos 25′. Num piscar de olhos, o Boavista marca três golos em menos de meia-hora e faz história. Nunca uma equipa nacional conseguira tal feito na Luz – nas provas europeias, só o Manchester United para a Taça dos Campeões 1965-66. Nesses três golos, o 1-0 começa numa falta sobre Rafa não assinalada pelo árbitro Luís Ferreira e o 3-0 é irregular porque Shrembi tira partido do fora-de-jogo para encostar o passe altruísta de Iuri. Sempre ele, Iuri. O rapaz merece. Tem qualidade nos pés e cabeça, muita cabeça. Vai daí, marca o quarto golo da sua história ao Benfica (um pelo Arouca em 2014-15, dois pelo Moreirense em 2015-16 e agora pelo Boavista em 2016-17). O último português chama-se Gomes, Fernando Gomes. Um clássico dos anos 80. Iuri vira um clássico do século XXI.
Em desvantagem por 3-0, o Benfica continua sem encontrar o fio de jogo. Se a defesa é mole, o ataque é macio. Rui Vitória mexe aos 38 minutos e saca Rafa. Quem entra é Mitroglou e é precisamente ele quem assina o 3-1 antes do intervalo, na sequência de um passe de Salvio após defesa incompleta de Kamran a um pontapé de Pizzi de fora da área (o grego já é o melhor marcador do Benfica no campeonato, com sete golos, mais um que Pizzi). Um-três ao intervalo. Qual é o último na Luz, para o campeonato? Em Outubro 1959, com o Lusitano Évora. Surpresa das surpresas, o Benfica ganha esse jogo por 5-3. nas duas anteriores situações de 3-1 ao intervalo, o factor casa faz a diferença (4-3 ao Sporting em 1949 mais 5-3 ao Belenenses em 1935).
A segunda parte traz um Benfica ligeiramente diferente, com Cervi no lugar do capitão Luisão (quem leva a braçadeira é André Almeida). E é o argentino quem agita o Boavista, com a falta sofrida por Edu Machado de que resulta o 2-2 de Jonas, de penálti, aos 53′, e o cruzamento para o autogolo de cabeça de Fábio Espinho, aos 68′. Com mais de 20 minutos de jogo, o Benfica acredita na reviravolta. Só que Miguel Leal faz as suas substituições e a entrada do lateral-direito Mesquita trava o andamento de Cervi. Sem o turbo boost, o Benfica perde intensidade. O tempo passa e nada de bolas ao poste, à trave ou salvas na linha por Kamran. Aliás, é Ederson quem evita o 4-3 do Boavista em duas situações relâmpago, aos 80′ (Renato Santos) e 82′ (Anderson Carvalho). Quando Luís Ferreira apita para o fim, uma confusão imensa instala-se no meio-campo por obra e graça de um desentendimento entre Kamran e Jardel (suplente). É o sétimo 3-3 na Luz para o campeonato. Será que algum candidato ao título aproveita este brinde? É caso para desatar o nó com o tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem, o tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Pouco se debate sobre a dívida do Benfica

Umas breves notícias sobre o abismo financeiro para onde caminha o Benfica e siga para bingo!...
Enfim...um ruído praticamente ensurdecedor por parte do sócios.
Quando se está numa 'onda vencedora', pouco ou nada interessa a nível financeiro, e se a equipa principal está bem o resto que se 'foda'...
Ok,!...dirão alguns fanáticos, mas o activo cobre o passivo e blá, blá, blá.
Pois!...voltaremos ao tema num futuro próximo!!!





quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Pensativa...

COROADO RECORDA AZIA NO CHAVES-SPORTING



Antigo juiz lisboeta, de 60 anos, recorda o Chaves-Sporting de 1999, fala da célebre sensação de azia e diz que o problema hoje é a falta de formação.

RECORD: Por que sentiu ‘grande azia’, depois do último Chaves-Sporting, a 23 de janeiro de 1999?

JC – Porque tinha noção de não ter feito uma boa arbitragem. E porque só foram referidos os erros que teriam prejudicado o Sporting, quando houve um penálti favorável ao Chaves que eu, estúpido, bloqueado não sei porquê, não sinalizei. Com 1 minuto e 20 segundos de jogo.


R: Mas foi contestado por mais decisões…

JC –O que dizem que foi golo limpo para mim não foi, porque o Beto fez falta. Na jogada do Simão à entrada da área, o Sporting reclamou mas não tinha razão. Depois, sim, veio um lance caricato.

R: O penálti sobre Beto?

JC – Sim. Um jogador do Chaves [Barbosa] agarrou-o e fez falta passível de penálti. Já estávamos em período de compensação e não dei seguimento. De forma inconsciente, ou subconsciente, foi uma tentativa de equilibrar um erro com outro erro. Entrei num ciclo de compensações, que é a pior coisa que um árbitro pode fazer. ‘Não assinalei aquela mas agora também não assinalo esta’. E isso para mim foi uma lição tremenda, foi um ensinamento extraordinário.

R: Percebeu de imediato que tinha errado?

JC – Logo a seguir ao jogo, com os meus colegas, quando jantávamos e trocávamos impressões. No dia seguinte, perguntaram-me o que eu tinha a dizer sobre a minha prestação e eu respondi que estava com uma grande azia. Nós estávamos proibidos de nos manifestar tecnicamente sobre as nossas prestações. E aquela expressão foi para demonstrar a minha insatisfação e o desagrado por constatar que as análises eram parciais, pois olhavam só para o Sporting e não para o Chaves. Nesse jogo fui incompetente, tão simples quanto isto.

R: Ato contínuo, o Sporting decretou luto, em protesto. Como olha para esses acontecimentos?

JC – Decorridos 18 anos, posso considerar-me um zombie. Devo fazer parte dessa série que anda aí, o ‘Walking Dead’ [risos].

R: Quer explicar?

JC – O Sporting decretou luto, eu estou vivo, devo ser um morto-vivo [risos]. Renasci das cinzas.

R: Mas como vê o facto de pouco ter mudado, a avaliar pelas críticas de que a arbitragem é alvo?

JC – Já vai para 16 anos que deixei a arbitragem. Fui árbitro durante quase 30 anos. Fiz 2.763 jogos. O ser humano não se alterou. O corpo continua a ter 60% de água. Continua a ser feito de carne, ossos, músculos, cabelo… É igual.

R: E continua a falar-se mal da arbitragem, é isso? 

JC – Continua e vai continuar, porque [os responsáveis] não são capazes de olhar para si próprios. Os árbitros hoje não têm formação adequada. Tenho visto erros esta época na primeira categoria que no meu tempo no Distrital era um puxão de orelhas e três semanas sem arbitrar. O problema atual da arbitragem portuguesa está na formação. E sobretudo ao nível dirigente. A história do árbitro coitadinho para mim não serve. Errar é humano, mas também é muito humano procurar evitar o erro.
Entrevista ao Jornal Record

«Os penalties do campeonato português»




Segundo fonte que 'estuda' a matéria em questão, foram até ao momento assinalados 24 pontapés de penalty no campeonato português.

14 foram concretizados em golo e 10 foram falhados!

Em relação aos penalties reclamados e não assinalados no campeonato português e, que a fonte em questão, considera que haveria razão para tal, os clubes 'ditos' mais pequenos são os mais prejudicados.

Em relação aos 'ditos' grandes da nossa praça, estão assim 'ordenados'.

6 penalties por assinalar a favor do FC Porto
5 penalties por assinalar a favor do Benfica
5 penalties por assinalar a favor do Sporting

Interessante verificar, que os extremos da tabela não tem penalties assinalados contra si - Benfica, FC Porto e...Tondela.

Continuem assobiando para o ar e não joguem mais futebol que vão no bom caminho...

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Recordando a supertaça ganha pelo Sporting em 1987

Faltam espectadores em Moreira de Cónegos




Num país pequeno e onde a grande maioria dos adeptos do futebol (e não só) são afetos a somente três clubes, ninguém fica admirado por constatar que, em determinados palcos da divisão principal, as assistências são consideravelmente reduzidas. Mas, se esse é um problema que afeta muitos emblemas, os números dizem-nos que mora em Moreira de Cónegos o clube que mais sofre com isso. O Moreirense juntou somente 11.394 espectadores nos oito encontros que já realizou em casa esta temporada, total que nos remete para uma média de 1.424 pessoas por encontro no Joaquim Almeida Freitas.
Na segunda-feira, na receção ao Belenenses, o Moreirense teve escassos 640 espectadores no seu estádio, marca que passou a ser a mais baixa da época. Não surpreende, aliás, que três das cinco assistências mais reduzidas de 2016/17 tenham sido em Moreira de Cónegos, ficando Arouca com as outras duas.
Paradoxalmente, o futebol português tem visto as médias de espectadores em determinados locais a aumentar nos últimos tempos. Essa tendência, aliás, vem desde 2004, pois foi por causa da realização entre nós do Campeonato da Europa que se construíram (ou melhoraram) os recintos dos clubes com mais adeptos.
O Benfica, não só pelos recentes resultados desportivos positivos, mas também por possuir o estádio maior , apresenta-se como o clube que tem tido mais pessoas nos seus jogos enquanto visitado. A média está em 55.821 espectadores por encontro, a que corresponde uma taxa de ocupação média na Luz de 86,3%. Em Alvalade, o Sporting, tem uma taxa similar (86.1%), mas por ter um estádio mais pequeno, o jogo em que contou com mais público (49.399, na receção ao FC Porto) acaba por ficar abaixo dos sete que as águias disputaram em casa.
O FC Porto, por seu lado, tem uma taxa de ocupação de 69.3%, apesar de ter recebido 50.019 pessoas no clássico com o Benfica.
Sem surpresa, o dérbi da capital, na jornada 13, é o jogo com mais espectadores na atual temporada: 63.312.

SABIA QUE...

» A jornada 16 foi a terceira a registar 15 golos? Este é o pecúlio mais baixo da temporada e já tinha acontecido nas rondas 2 e 9.

» Foi igualado o máximo de cantos numa jornada? Foram totalizados 110 nesta última ronda, repetindo o sucedido na 3.ª ronda. 

» Nunca tínhamos tido uma jornada com tão poucos foras-de-jogo? Antes, o recorde mínimo estava em 28 (jornadas 2 e 9), mas agora verificaram-se apenas 26. De salientar que seis clubes (Arouca, P. Ferreira, Feirense, Marítimo, Benfica e Boavista) foram essenciais para este recorde, pois não somaram um só ‘offside’.

» O Estoril não marcou nas últimas quatro jornadas? E muito por culpa disso a equipa canarinha vai numa sequência de quatro desaires. O Belenenses também não festejou qualquer golo nos últimos três encontros e... perdeu todos.
Luís Avelãs no Jornal Record

«O melhor trinco português»

Na minha opinião, António André foi o melhor trinco português que vi jogar.

Não era um tecnicista, mas tinha raça, determinação e onde punha o pé ou ficava a bola ou o jogador.

Para aquela posição e para os tempos que eram, era isso que se exigia.
Ali não havia 'paneleirices'...era dar tudo em prol do colectivo.


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O Benfica está bem e recomenda-se

Quando fiz a entrada anterior, nunca pensei que este Benfica partiria para a sétima vitória seguida, atingindo os quinze golos marcados e zero sofridos.

Pressenti que Rui Vitória iria mexer na equipa e Pedro Martins não.

Enganei-me, o técnico vitoriano mexeu em seis jogadores mas não foi por aí que perdeu o jogo. Apenas ajudou a que isso acontecesse.

Verdade seja dita - este Benfica está bem e recomenda-se!

Sinal menos para Nelson Semedo que tem de entender que deve é jogar futebol e deixar-se de provocaçõezinhas com os adeptos adversários. Se eles provocam, um profissional não responde.

Os ânimos andam quentes no futebol português e os dirigentes também devem dar o exemplo. Escusadas aquelas atitudes de Flávio Meireles no intervalo do jogo. Também deve fazer o seu trabalho e deixar-se de provocaçõezinhas que não levam a lado nenhum.
O mal já estava feito, era altura de acalmar e conversar com calma e respeito.

Ela diz que o Vitória vai complicar a vida ao Benfica

...será que vai?!...eu também acho que vai ser muito complicado para o Benfica, pressinto que é para ficar pelo 'caminho'. Oxalá me engane!...


 

Uma enorme falta de respeito para com o Sporting

Esta atitude da RTP (vídeo em baixo) é uma enorme falta de respeito para uma instituição como o Sporting.

Por mais que Bruno Carvalho seja isto ou aquilo...

Na minha opinião e de muitos, ele também se põe a jeito para certas e determinadas atitudes, mas este promo da RTP é uma pouca vergonha! O Sporting já deu muito a este país a nível desportivo, merece mais respeito!

E, para finalizar, o dinheiro dos contribuintes portugueses não deve ser utilizado pela estação pública para 'rivalidades da bola!'


Parabéns Cristiano!...

...inteiramente merecido mais este troféu de melhor do mundo!

Na minha opinião, respeito todas as outras, é o melhor jogador português de todos os tempos! 

Em relação ao 'resto', calma, ainda não acabou a carreira...vamos ver ainda muito mais!

 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Cínicos, hipócritas e fanáticos...

...todos aqueles que nas redes sociais ou numa 'tasca' perto de si, protestam contra os árbitros quando são prejudicados e fogem (nem dizem nada) como ratos quando são beneficiados.
Este último fim de semana foi exemplo disso...
Enfie o barrete quem quiser que para esse 'peditório' faço conta de nunca mais comentar. Não entro nesse jogo do: a minha (penalidade) é maior que a tua (posição de fora-de-jogo)...
Espero eu?!...
Que a arbitragem não atravessa um bom momento, já todos sabemos!
O FC Porto e o Sporting tem mais razões de queixa que o Benfica mas isso também é muita poeira para 'esconder' outros factores.

FC Porto e Sporting também não atravessam um bom momento, já todos sabemos!, ou será que não?!...

Mas desculparem-se com arbitragens (atenção, o vídeo em baixo é outro assunto mais grave que nem lhe chamo arbitragem) quando os jogadores falham golos de baliza aberta?!...

Desculparem-se com arbitragens da Taça da Liga, quando os seus clubes não encararam a prova com os melhores jogadores nas três jornadas em disputa?!...
Querendo resolver o apuramento na última jornada? Mas isso é de equipas que se dizem 'grandes?!...'


Tenham vergonha e tino na carola!..., é uma vergonha para gente adulta...


Agora vamos ao tal vídeo, isto é do pior que já alguma vez vi num campo de futebol, mais parece um jogo de casados e solteiros (com o devido respeito pelos atletas de ambas as equipas) onde o prémio no final do jogo é beber do garrafão do vinho um copito com todos os intervenientes.


Este senhor 'árbitro e seu assistente', só podem ter começado a beber antes do jogo começar, ou então, isto é um caso do foro psiquiátrico. Não gozem com o futebol, mão pesada para esta gente.
Isto que se passou em Alcochete nada tem de idêntico com os erros recentes em jogos de I Liga!

domingo, 8 de janeiro de 2017

Recordando a final da Taça de Portugal de 1980 (vídeo)

Benfica: Bento; Alberto, António Bastos Lopes, Humberto Coelho e Pietra;
Laranjeira, Carlos Manuel, Shéu e Toni; Nené e César.

FC Porto: Fonseca, Simões, Freitas, Lima Pereira e Adelino Teixeira;
Quinito, Rodolfo Reis, Romeu, Frasco e Sousa; Fernando Gomes.



Sortes diferentes para Benfica e FC Porto

Quando fiz o último post, pressentia que o Benfica e o FC Porto iriam passar por dificuldades para vencer os seu jogos.




Apenas o Benfica desatou o nó (Jonas, claro está) ao minuto 19' e depois foi só gerir até ao dois zero final para os encarnados. O FC Porto foi mais do mesmo - várias oportunidades criadas mas pouca eficácia no momento da decisão. Um nulo no marcador como resultado final.

Não há muito a analisar, o FC Porto continua a 'pecar' muito na finalização.
Agora, pelos vistos, a vitima é o restaurante do filho do presidente e, não só...
Enfim...os ânimos andam quentes no futebol português e afinal não é só por erros de arbitragem.

Ontem, houve mais um penalty por assinalar num jogo envolvendo o FC Porto, mas aí, não se sabe o que poderia acontecer. Penalty assinalado (neste caso não foi assinalado a favor do Paços), não é golo concretizado.
O resultado final poderia ser o mesmo, ou até a vitória azul e branca, pois foi quem mais fez por isso.

P.S. Foi pena a SAD do FC Porto não ter posto a mão ao treinador Vítor Pereira no mês de Dezembro.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Até faz faísca as deslocações a Guimarães e a Paços de Ferreira

São quase sempre jogos complicados para Benfica e FC Porto, as deslocações a Guimarães e a Paços de Ferreira. Hoje, não será diferente e pressinto mais do mesmo.
Em baixo, alguns resumos de tempos recentes.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

«Uma vergonha este futebol»


(Foto da cronologia do facebook de Veiga Trigo)


Uma autêntica vergonha 'este futebol', e muito por culpa dos dirigentes que passam a vida incitando ao fanatismo puro e duro, de várias formas, tanto com pontas de lança em programas desportivos, como em 'sites fanáticos' afectos aos clubes nas redes socias que tolda o juízo ao mais comum dos adeptos.
Confesso que fico pasmado com alguns amigos meus que vão nessas ondas e estão mais fanáticos do que nunca. E alguns destes meus amigos, se conseguissem ver um jogo de futebol num bom plasma, em HD e, de preferência, concentrados, fazia toda a diferença. E sei que eles tem possibilidades para isso, mas não querem!...
Enfim...tenho pena de já não existir árbitros como antigamente, do género do 'enorme' Veiga Trigo, que não olhava a meios para pôr tudo na ordem, tanto dentro das 4 linhas como no banco de suplentes. A geração de árbitros que temos agora está 'amadurecendo' e, apesar de alguns erros, está 'pagando' as favas de quem joga pouco e não consegue justificar em campo os investimentos que foram feitos. 
Se repararem bem, os erros de arbitragem com influência directa nos resultados não são por aí além..., não são muito diferentes de épocas recentes!...

Deixo aqui um post da página do facebook do amigo António Boronha, simpatizante confesso do Sporting, que diz tudo sobre os últimos dias do futebol português. 

Subscrevo inteiramente este post de ontem!

O debate sobre o futebol português está a um nível paupérrimo.
A argumentação das partes é sempre a mesma, igual á dos miúdos: a minha (penalidade) é maior que a tua (posição de fora-de-jogo). Não passa disto.
Arbitragens, más, no centro das polémicas, escondem o essencial: o futebol praticado por Porto e Sporting é fraco e o do Benfica não tem sido maravilha nenhuma.
Em cima disto, tudo demasiado mau, tivemos hoje conhecimento de uma decisão absolutamente surreal, para não lhe chamar outra coisa pior: O Sporting retirou os dois jogadores emprestados ao Vitória (de Setúbal)... Queriam o quê?...Que os 'sadinos' tivessem entregue o jogo?...
Se queriam prejudicar a sério o adversário de ontem, que não teve qualquer culpa do que se passou, tinham-lhes emprestado até ao final da época,...o André, por exemplo.
Tenham tino, na carola!
Por favor.